sábado, 13 de setembro de 2014

Ordenação de mulheres

Podemos ordenar anciãs e pastoras? O que isso tem a ver com o casamento gay? O que não estão contando na mídia oficial na questão mais polêmica da história recente da IASD. 
Com Pr. Stephen Bohr, Pr. Doug Batchelor, Pr. Jay Gallimore

Triste, mas perdemos uma União

"A causa básica do rompimento foi a ordenação das mulheres que foi aprovado nesta União, sem a aprovação da Igreja Adventista Mundial, "a Conferencia Geral”. Contrariando, inclusive, o estabelecido nas Sessões da Conferência Geral em 1990 e 1995, onde o tema foi um dos principais enfoques da delegação internacional.  Num nítido ato de desrespeito à organização da igreja, a referida União aprovou uma moção que permite a ordenação pastoral sem definição de gênero, esta ação já é planeada por outras uniões."

Assista o vídeo do Pastor David Gates comentando o assunto e acesse o site com o restante dessa notícia:

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Criação X Evolução (Conversa entre macacos)



Poesia antiga mas infelizmente pelas atitudes do ser humano se faz muito atual para reflexão:

Dizia um macaco aos seus companheiros 
Sentado à sombra de esbeltos coqueiros: 
"Espalham por aí estranho boato 
Que eu não posso crer que seja fato 
De que o homem provém de nossa raça 
Que pavor! Que vergonha! Que desgraça! 


Nenhum bicho que usa o nosso nome 
Deixa a mulher e os filhos passar fome 
E eu não sei de nenhuma mãe macaca 
Que desse aos filhos leite de uma vaca 
Ou que para passear com a macacada 
Entregasse as crianças à criada.


Nenhum macaco é capaz de bandalheira, 
De amar um pé de bananeira, 
Proibindo a outros de tudo provar 
E obrigando-os assim a ir roubar.


Nenhum macaco força um companheiro 
A trabalhar pra ele o dia inteiro 
Não permitindo que o coitado tome 
O suficiente para matar a fome.


O homem tem caráter muito fraco 
Não creio que descenda do macaco."

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Carpe diem e o uso do tempo

Colha os botões de rosa enquanto o podes.
Carpe diem.(colha o dia ou aproveite o momento)


Está foi uma frase que ficou muito conhecida por causa de um dos mais famosos filmes (Sociedade dos poetas mortos) feito pelo ator Robin Williams que faleceu ontem. E é retirado do poema do escritor por Robert Herrick.
Em outro momento do filme é explicado que o tempo não é pra se fazer “loucuras” com coisas que vá te prejudicar ou prejudicar a outros.
Pena que esse ator não soube fazer o uso correto desse tempo e nas indas e vindas da vida se entregou a vícios, drogas, depressão, e quem sabe o que mais. E podemos como costumamos dizer que era uma pessoa que tinha tudo para ser feliz. Mas tinha mesmo tudo para ser feliz?
A bíblia nos mostra o que realmente precisamos para ser feliz.
Charles Spurgeon disse: “Nossa ansiedade não esvazia o sofrimento do amanhã, mas apenas esvazia a força do hoje.”

Infelizmente estragamos nosso tempo em coisas que não são boas para nossa vida hoje.
A bíblia diz: "Por que gastar dinheiro naquilo que não é pão e o seu trabalho árduo naquilo que não satisfaz? Escutem, escutem-me, e comam o que é bom, e a alma de vocês se deliciará na mais fina refeição." Isaías 55:2

José Maria Vigil afirmou: “0 ano tem 365 angústias; o dia 24 desencantos; a hora 60 inquietações.”
Apesar de vivermos num mundo de angústia, inquietação e desencanto, podemos com a graça de Deus, transformar o tempo que perfaz a nossa vida numa trajetória bem sucedida.

A vida se nos apresenta como um grande presente de Deus quando sabemos usar convenientemente as oportunidades que ela nos oferece. E, para que isto se torne uma realidade palpável , é necessário criterioso uso do tempo. Schopenhauer disse: “Os homens comuns limitam-se a passar o tempo, mas quem tem talento trata de aproveitá-lo.”

Discordamos, em parte, do grande filósofo porque há muitas pessoas de talento que malbaratam o tempo de que dispõem. A não ser que ele se tenha referido ao talento para usar o tempo.. . Por outro lado, entendemos por “comuns” todos os indivíduos — sejam bem aquinhoados intelectualmente ou não — que passam de largo pela vida. Como afirmou Ralph Emerson, “a pior coisa no tempo é não sabermos o que fazer com ele”.

Como cristãos, encaramos o tempo como um dom especial. Diz o Espírito de Profecia: “Nosso tempo pertence a Deus. Cada momento é Seu, e estamos sob a mais solene obrigação de aproveitá-lo para Sua glória. De nenhum talento que nos concedeu requererá Ele mais estrita conta do que de nosso tempo”. — Parábolas de Jesus, pág. 342.

Na interminável linha do tempo, nossa vida é tão-somente um ponto. “Sois apenas como neblina que aparece por instante e logo se dissipa.” Tiago 4:14. Apesar disso, o tempo da nossa vida comporta muitas realizações significativas, principalmente quando trabalhamos e agimos segundo as diretrizes divinas.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

A vida cristã tem a forma da cruz #LES

A vida cristã tem a forma da cruz.

Sei que é difícil a renúncia do nosso eu, de quem nós realmente somos. Sabe aquela natureza aquele caráter que se formou ao longo da nossa vida e que achamos impossível de abandonar? Sei que muitas vezes essa natureza nos traz ansiedade, tristeza, baixa estima, uma angústia tão grande que desejamos a morte mas o que para nós é mesmo impossível, não é para Deus.

Para nós é necessário matar essa velha natureza todo dia. Por isso Jesus nos convida a tomar nossa cruz a cada dia, o problema é que nosso velho eu assim como os que morriam na cruz lutavam para sobreviver as vezes por dias, ela também age assim e sempre quer se aparecer.

Nossa oração deve ser a cada dia:
"Senhor, toma meu coração; pois não o posso dar. É Tua propriedade. Conserva-o puro; pois não posso conservá-lo para Ti.
Salva-me a despeito de mim mesmo, fraco e dessemelhante de Cristo. Molda-me, forma-me e eleva-me a uma atmosfera pura e santa, onde a rica corrente de Teu amor possa fluir por minha alma."

quarta-feira, 30 de julho de 2014

"Queremos algo além da religião do sábado"

As vezes fico entristecido ao ver a igreja tão vazia em cultos de domingo e quartas-feira. Parece que muitos de nós vê a igreja somente como um compromisso sabático. Mas e os outros dias de culto? Como ficam? O domingo por exemplo quando muitos não trabalham, o que impede de ir até a igreja?
Fico imaginando como somos durante os outros dias se nem nas "obrigações" dos cultos as honramos como deveria. Como estará então sua vida devocional, oração, estudo da bíblia?
Será que estamos nos alimentando corretamente como fazemos com o alimento físico ou estamos passando dias sem comer do Pão da Vida!

Pode ser que estejamos morrendo a míngua espiritualmente falando e ainda não notamos isso.

Faço minha a oração de Ellen White ao dizer:
"“As pessoas que nos circundam precisam ser despertas e salvas, ou perecerão. Não temos nem um minuto a perder. Todos exercemos uma influência que fala em favor da verdade ou contra ela. Desejo levar comigo as inconfundíveis evidências de que sou uma discípula de Cristo. Queremos algo além da religião do sábado. Necessitamos dos princípios vivos e de sentir diariamente nossa responsabilidade individual. Isso é evitado por muitos e seu resultado é descuido, indiferença, falta de vigilância e espiritualidade. Onde está a espiritualidade da igreja? Somos homens e mulheres cheios de fé e do Espírito Santo? Minha oração é: ‘Purifica Tua igreja, ó Deus.’" (Testemunhos para a igreja volume 1, capítulo 13)


quinta-feira, 24 de julho de 2014

Nova Terra - Após os mil anos

Esta visão descreve os eventos a terem lugar no fim dos 1.000 anos depois do segundo advento de Cristo. Apocalipse 20-22; Zacarias 14:4.
Com Jesus a nossa frente, descemos todos da cidade para a Terra, sobre uma grande e íngreme montanha que, incapaz de suportar a Jesus sobre si, partiu-se em duas, formando uma grande planície. ... Vi ali casas belíssimas, que tinham a aparência de prata, apoiadas por quatro colunas entremeadas de pérolas preciosas, muito agradáveis à vista. Destinavam-se à habitação dos santos. ...
... Vi outro campo repleto de todas as espécies de flores, e, quando as apanhei, exclamei: “Elas nunca murcharão.” Em seguida vi um campo de relva alta, cujo belíssimo aspecto causava admiração; era uma vegetação viva, e tinha reflexos de prata e ouro quando magnificamente se agitava para glória do Rei Jesus. Entramos então num campo cheio de todas as espécies de animais: leão, cordeiro, leopardo, lobo. Todos em perfeita união. Passamos pelo meio deles, e pacificamente nos acompanharam. ...
... E vi as crianças subirem ou, se o preferiam, fazer uso de suas pequenas asas e voar ao cimo das montanhas e apanhar flores que nunca murcharão. Para embelezar o lugar, havia em redor do templo todas as espécies de árvores: o buxo, o pinheiro, o cipreste, a oliveira, o mirto, a romãzeira e a figueira curvada ao peso de seus figos maduros. Elas embelezavam aquele local.... 
...Então um anjo me trouxe mansamente a este mundo escuro. Algumas vezes pensei que não poderia ficar aqui por mais tempo; todas as coisas da Terra pareciam tão sombrias. Sentia-me tão só aqui, pois havia visto uma terra melhor. “Ah! Quem me dera asas como de pomba! Voaria, e estaria em descanso.” Salmos 55:6.
(Testemunhos para a Igreja vol. 1 cap. 9)

Graça barata?

"É trágico e irônico que muitos cristãos considerem a salvação um direito. Isso é excesso de confiança! Eles argumentam que, uma vez que Deus prometeu salvação, eles a merecem. Essa atitude revela a superficialidade da graça barata. Mortais pecadores e indignos obrigando o Criador do Universo! A contabilidade celestial afirma o contrário. A humanidade está eternamente endividada, completamente sem mérito e irremediavelmente doente longe de Deus. Cristo não deve nada. A humanidade pecadora deve tudo.

Pense nisto: A narrativa de Lucas 18:9-14 descreve dois adoradores. Qual deles imita a autêntica experiência cristã? Que atitudes características ilustram essa experiência?"


Acesse o site: www.cpb.com.br e estude online a lição da escola sabatina. CLIQUE AQUI!

quarta-feira, 23 de julho de 2014

“Aleluia! muito fácil é adquirir o Céu!”

"Logo nossos olhares foram dirigidos ao Oriente, pois aparecera uma nuvenzinha aproximadamente do tamanho da metade da mão de um homem, a qual todos soubemos ser o sinal do Filho do homem. Todos em silêncio solene olhávamos a nuvem que se aproximava e tornava mais e mais clara e esplendente, até converter-se numa grande nuvem branca. A parte inferior tinha aparência de fogo; o arco-íris estava sobre a nuvem, enquanto em redor dela se achavam dez milhares de anjos, entoando um cântico agradabilíssimo; e sobre ela estava sentado o Filho do homem. Os cabelos, brancos e anelados, caíam-Lhe sobre os ombros; e sobre a cabeça tinha muitas coroas. Os pés tinham a aparência de fogo; em Sua destra trazia uma foice aguda e na mão esquerda, uma trombeta de prata. Seus olhos eram como chamas de fogo, que profundamente penetravam Seus filhos. Então todos os rostos empalideceram; e o daqueles a quem Deus havia rejeitado se tornaram negros. Todos exclamamos então: “Quem poderá estar em pé? Estão as minhas vestes sem mancha?” Então os anjos cessaram de cantar, e houve algum tempo de terrível silêncio, quando Jesus falou: “Aqueles que têm mãos limpas e coração puro serão capazes de estar em pé; Minha graça vos basta.” Com isso nosso rosto se iluminou e encheu de alegria o coração. E os anjos tocaram mais fortemente e tornaram a cantar, enquanto a nuvem mais se aproximava da Terra. Então a trombeta de prata de Jesus soou, ao descer Ele sobre a nuvem, envolto em labaredas de fogo. Olhou para as sepulturas dos santos que dormiam, ergueu então os olhos e mãos ao céu, e exclamou: Despertem! Despertem! Despertem! Vocês que habitam no pó, e levantem.Isaías 26:19. Houve um forte terremoto. As sepulturas se abriram, e os mortos saíram revestidos de imortalidade. Os 144.000 clamaram “Aleluia!”, quando reconheceram os amigos que deles tinham sido separados pela morte, e no mesmo instante fomos transformados e “arrebatados juntamente com eles... a encontrar o Senhor nos ares”. 1 Tessalonicenses 4:17...
...Todos nós fomos debaixo da árvore, e sentamo-nos para contemplar a glória daquele lugar, quando os irmãos Fitch e Stockman, que tinham pregado o evangelho do reino, e a quem Deus depusera na sepultura para os salvar, se achegaram e nos perguntaram o que acontecera enquanto eles haviam dormido. Tentamos lembrar nossas maiores provações, mas pareciam tão pequenas em comparação com o “peso eterno de glória mui excelente” (2 Coríntios 4:17) que nos rodeava, que nada pudemos dizer-lhes, e todos exclamamos — “Aleluia! muito fácil é adquirir o Céu!” — e tocamos nossas harpas de ouro e fizemos com que as arcadas do Céu reboassem."
(Testemunhos para igreja vol 1 pág. 60, 61) [Grifos acrescentados]

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Morre Tony Palmer amigo do papa Francisco

Bispo Palmer: "O protesto acabou"
Evangélicos e outros cristãos em todo o mundo estão de luto pela morte súbita de um bispo de uma igreja anglicana separatista que se tornou amigo pessoal do papa Francisco. De origem britânica, Tony Palmer morreu no hospital depois de horas de cirurgia, após um acidente de moto no Reino Unido. Ele se mudou com a família para a África do Sul, quando tinha dez anos, mas vivia com a esposa e dois filhos em Trowbridge, Wiltshire. [...] Em janeiro deste ano, o papa Francisco enviou o bispo Palmer a uma conferência organizada pelo carismático evangelista televisivo Kenneth Copeland, na qual Palmer apresentou um vídeo do papa com uma mensagem sobre unidade e amor. A notícia da morte de Palmer foi divulgada pelo arcebispo Charles Hill [...], que escreveu no Facebook ontem (20): “Estamos em oração pela família do bispo Tony Palmer, que sofreu um acidente de motocicleta nesta manhã, no Reino Unido. Depois de horas de cirurgia, ele foi para casa para estar com o Senhor [sic]. Ele era um bom amigo e irmão na vinha.” [...]

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Será que perdemos a noção das coisas?

Muito forte para nós brasileiros, mas muito bom para refletirmos!

Penso que:
Infelizmente para alguns da pra usar um evento como o que estamos tendo junto com a mensagem de Deus, como se o Espírito Santo precisa-se de uma ajuda dessas pra falar ao coração de quem precisa.

video
Minha opinião não é verdade absoluta para ninguém mas é minha opinião mas se alguns defendessem a Deus com tanto afinco como defende alguns seres humanos a pregação já teria alcançado muitos outros.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

terça-feira, 1 de julho de 2014

Porque os jovens abandonam nossa igreja?

A primeira razão com base na minha experiência é que os jovens não tem tido um lugar estável, e onde a família tenha um culto e onde a família tenha tido constante participação na missão da igreja.
Outra razão é que não estamos fundamentando os jovens na mensagem especial da igreja adventista, ou seja, estamos dando aos jovens o que o mundo os oferece, alimentando suas emoções e sentimentos, dando o que eles creem que precisam e querem, e como resultado, uma grande maioria dos jovens ignoram os ensinamentos da igreja e os princípios pelos quais nos atemos.
Porque nas Igrejas Adventistas os jovens tem apatia de Deus e para eles é um clube social?
O que acontece é que a grande maioria das igrejas creem que a forma de manter os jovens é oferecendo o que o mundo oferece. Basicamente o que oferece o mundo é entretenimento, filmes, música, atividades sociais, entre outros. E pensamos que para competir com o mundo. Temos que oferecer o que o mundo não oferece, a igreja deve oferecer algo melhor e distinto, algo que o mundo não pode oferecer.

Três coisas para oferecer aos jovens:
  1. Uma vida de oração constante
  2. Um estudo das sagradas escrituras (especialmente os ensinamentos da igreja)
  3. Oportunidade para cumprir a missão da igreja.
Precisamos de missionários, precisamos fazer o trabalho missionário de casa em casa, ensinar como dar estudos bíblicos, ou seja, tem que estar envolvidos no que chamamos de triangulo da santificação.
Ou seja, os jovens estão indo a igreja buscando atividades sociais porque é só o que a igreja os está oferecendo.

Como podemos mudar e melhorar a educação dos jovens adventistas?
O problema que temos é que hoje em dia as pessoas se guiam muito por emoções, por sentimentalismo, ao invés de guiar por princípios que temos na sagrada escritura, eu tive uma experiência faz alguns anos, quando cheguei onde sou pastor agora, e lá havia um jovem cuja a esposa é adventista e ela queria que ele estudasse a bíblia e então eu fui até a casa dele e estudamos durante toda a semana uma lição de uma série de trinta estudos bíblicos que apresenta toda a mensagem adventista. Então ele começou a frequentar a igreja regularmente aos sábados.

Um dia estávamos sentados tendo o estudo bíblico, imagino que nessa época ele tinha uns 20 ou 21 anos. E ele me disse: “Pastor sabe o que eu gosto da sua igreja? Eu sou de descendência pentecostal, minha família inteira é pentecostal, e o que eu gosto no culto de sua igreja é que quando eu vou e escuto um sermão, e então quando eu saio da igreja em mim fica algo permanente, eu volto para minha casa e algo ficou em minha mente, mas quando eu ia na igreja pentecostal, falávamos em línguas, pulávamos, nos emocionávamos e cantávamos mas quando saía do culto a emoção ia embora e em mim não ficava nada.”

E eu acredito que esse é um dos problemas que temos quando apelamos para a emoção dos jovens, o que eles gostam, as atividades sociais, etc. São coisas agradáveis mas não duram como por exemplo estudar a doutrina da igreja de tal maneira que isso fique na mente e afete sua conduta, seu comportamento e sua maneira de ver o mundo (cosmovisão).

Continuem em frente, mantenham-se fiéis no estudo da palavra, fiéis na oração, fiéis em testemunhar aos seus amigos da mesma idade, porque não existe pessoas que possam alcança-los mais facilmente que vocês.

Mantenham-se fiéis até a vinda do Senhor e se não nos vermos nesta Terra dentro em breve nos veremos no céu.

Vídeo original abaixo:

segunda-feira, 30 de junho de 2014

6 - Os Passos de Deus no Santuário - O Êxodo da Igreja Cristã





O Êxodo da Igreja Cristã

                Durante os últimos estudos estamos vendo sobre o santuário e em nosso estudo nos demos contas que o ano de agricultura judaico, as festas judaicas, o êxodo pessoal de Cristo e o êxodo de Israel seguem a mesma ordem a mesma sequência de eventos com base no santuário.
E hoje queremos ver como o santuário descreve em detalhes a história da igreja cristã desde o seu começo até o seu fim. É interessante que ao estudar a história da igreja desta perspectiva, nos damos conta que a igreja também segue sua precisa ordem no seu êxodo que encontramos nos moveis do santuário.
Vocês lembram que começamos nosso estudo sempre no outono. Assim que eu penso que um bom lugar para começar a falar sobre o êxodo da história da igreja cristã seria no outono.
Vamos então a Genesis 22:16-18 e aqui está falando quando Abraão ofereceu seu filho sobre o altar, e sabemos que Isaque não morreu, mas morreu em figura, porque em Hebreus 11 diz que Abraão o recebeu dentre os mortos em figura. Ou seja é uma ilustração, da morte e ressurreição de Cristo e também é uma ilustração de que nós devemos morrer. Mas que existe um substituto em nosso lugar.

5 - Os Passos de Deus no Santuário - O Êxodo de Cristo Prefigurado





O Êxodo de Cristo Prefigurado

Quero convida-los a abrir suas bíblias em 1 Pedro 1:18-20.
Hoje vamos estudar o êxodo de Cristo no santuário, mas antes de fazer vamos inclinar nossa cabeça para pedir a benção de Deus ao Estudo da Sua palavra.

Vamos encontra no nosso estudo que o ano de agricultura judaico, as festas, a história de Israel e o Êxodo de Cristo no santuário seguem a mesma ordem, a mesma sequência do santuário que temos estudado.
Vamos começar no outono, é um bom lugar para se começar, e é onde sempre temos começado. O que acontecia no outono? Caía chuva e se plantava a semente que depois iria morrer, germinar e produzir fruto abundantemente.
Mas no Êxodo de Cristo surge a pergunta, quando foi plantada a semente do plano de salvação que iria levar a redenção de uma multidão de pessoas do reino de Cristo Jesus?

4 - Os Passos de Deus no Santuário - O Santuário Revela a História de Israel



O Santuário Revela a História de Israel

Antes de começar o estudo vamos orar a Deus e pedir a benção dEle para este estudo.
Nosso Pai e nosso Deus, te damos graças pelo que Tu nos tem revelado claramente no caminho da salvação no santuário, sabemos que não podemos entender o santuário sem a ajuda do Teu Santo Espírito, por isso pedimos que ao estudar que venha até nós por meio do Ministério do Espírito Santo, ajuda-nos a entender as maravilhas da salvação e ajuda-nos Senhor a agir de acordo com estas maravilhas, pedimos pelo nome de Cristo Jesus nosso salvador, amém.

Neste estudo vamos repassar rapidamente o que estudamos no tema anterior. Até agora descobrimos três aspectos do santuário, temos falado da ordem do santuário, desde o átrio até o lugar santíssimo, no tema anterior falamos quanto ao ano de agricultura judaico e chegamos a falar também quanto as festas, os festivais, as celebrações solenes das nações judaicas.
Hoje nós vamos falar do Êxodo do povo de Israel da forma que encontramos esboçado no santuário. Mas antes vamos repassar em nossas mentes o que já vimos, e quando terminarmos este estudo, vai estar bem claro a ordem do santuário.

3 - Os Passos de Deus no Santuário - O Ano de Agricultura Judaico



O Ano de Agricultura Judaico

Vamos recapitular o que vimos no último tema:
Encontramos no pátio, ou átrio, uma cortina de cor branca, havia sessenta colunas ao redor tomando os quatro lados, e as bases das colunas eram de bronze e o topo delas, a parte de cima, era de prata pura.
Também falamos sobre os moveis que existia no pátio do santuário, encontramos em primeiro lugar o altar de sacrifício, onde se sacrificavam os animais, e logo depois de matá-los a bíblia diz que eram queimados sobre o altar. O altar de sacrifício que era de madeira de acácia, uma madeira bem dura, e o altar estava todo coberto de bronze, porque se queimassem o sacrifício sobre um altar de madeira, se queimaria a madeira e se acabaria o altar, então o altar era coberto de bronze para que o calor não consumisse o altar.
O segundo móvel é a pia ou fonte, a pia continha água onde o sacerdote se lavava antes de entrar na tenda de reunião do santuário.
Passando do átrio, do altar do sacrifício e da pia onde havia água, entramos pela porta do tabernáculo. Temos então a tenda de reunião, e qual era a cor da tenda por fora? Era de cor marrom escuro ou café. O proposito disso era duplo. Havia quatro capas, quatro tetos. Havia a parte de fora de cor café. Logo a seguinte capa de cor vermelha, a próxima capa de cor branca de peles de cabra e logo finalmente tem uma cortina com diferentes cores, na realidade três diferentes cores tinha a cortina interior.
Havia duas razões porque a cor mais simples ou feia estava por fora. 

2 - Os Passos de Deus no Santuário - Panorama Geral do Santuário



Panorama Geral do Santuário

Vamos ter um tema introdutório sobre o santuário, possivelmente para os irmãos adventistas, muita coisa que vamos falar já é conhecido, mas tem muitas pessoas que ainda não sabem, e por isso vamos ver um pouco sobre o assunto e alguns aspectos básicos.
Em primeiro lugar vamos responder a uma pergunta. Quão importante é o santuário?
Vamos ler uma citação do Espírito de Profecia, e para quem não sabe a igreja adventista foi abençoada por Deus com a voz profética em tempos modernos. Deus levantou uma mulher extraordinária, uma mulher que recebeu visões do Senhor, visões que estão em perfeita harmonia com a palavra de Deus, o nome dela é Ellen White e ela morreu em 1915. Assim que vamos ler algumas citações sobre os seus escritos, não porque apresenta algo novo que não tem na bíblia, mas que ela expressa de uma forma clara, consistente e enfática o que já está na palavra de Deus.

1 - Os Passos de Deus no Santuário - A Rocha e a Serpente: As três funções de Jesus



A Rocha e a Serpente – As três funções de Jesus

Vamos estudar a doutrina do santuário, pode ser que alguns não adventistas que desconheçam o santuário de Deus. Mas nos próximos temas vamos abordar como era o santuário para que entendamos melhor.
Hoje vamos estudar o tema do santuário vendo três profecias do antigo testamento de Cristo Jesus. São três profecias que ilustram três diferentes obras que desempenha nosso Senhor Jesus Cristo em favor do pecador.
Antes de ver estas três ilustrações que na realidade mostra as três obras de Cristo no santuário, vamos ler uma passagem que encontramos no evangelho de S. João 5:39, é um versículo conhecido por muitos pois já lemos ele várias vezes.
Aqui é Jesus dizendo o seguinte:

Série de Estudos - Os Passos de Deus no Santuário - Pr. Stephen Bohr - Download

Para ler online clique no título abaixo:
1 - A Rocha e a Serpente
2 - Panorama Geral do Santuário
3 - O Ano de Agricultura Judaico
4 - O Santuário Revela a História de Israel
5 - O Êxodo de Cristo Prefigurado
6 - O Êxodo da Igreja Cristã
7 - O Anti-Cristo Inimigo do Santuário
8 - A transferência do pecado e o dia de expiação

Clique sobre o título para baixar o link em pdf:
1 - A Rocha e a Serpente
2 - Panorama Geral do Santuário
3 - O Ano de Agricultura Judaico
4 - O Santuário Revela a História de Israel
5 - O Êxodo de Cristo Prefigurado
6 - O Êxodo da Igreja Cristã
7 - O Anti-Cristo Inimigo do Santuário
8 - A transferência do pecado e o dia de expiação
(Em breve os temas 7 e 8 estarão disponíveis)

Você pode baixar(clicando com o botão direito do mouse e salvar como) ou ouvir os áudios originais clicando nos títulos em espanhol logo abaixo:
01_Roca y Serpiente
02_Panorama general del Santuario
03_El año de agricultura judio
04_El Santuario revela la historia de Israel
05_El éxodo de Cristo prefigurado
06_El éxodo de la Iglesia Cristiana
07_El anticristo - enemigo del Santuario
08_La transferencia del pecado y el Día de Expiación

É uma série traduzida do Pr. Stephen Bohr (Esteban Bohr em Espanhol) - http://www.secretsunsealed.org/

Nota importante: Este estudo faz parte de uma série de palestras apresentada pelo Pr. Stephen Bohr, onde foi traduzido do espanhol para o português, para que mais pessoas que não tem facilidade de entender o espanhol possam ler, aprender e viver estas mensagens, como não sou nenhum tradutor e tão pouco domino bem o idioma espanhol, pode ser que haja falhas e erros de traduções, mas que não atrapalham a bela pregação e a mensagem a ser trazida até nós. Tanto quanto foi possível foi mantida de forma fiel as palavras do pastor, podendo haver algumas mudanças apenas para dar maior sentido no nosso idioma.
Espero que sirva de grande inspiração para todos.
Traduzido por: Raphael dos Santos Oliveira.


sexta-feira, 9 de maio de 2014

HIPPIES OU CRISTÃOS? - 2

Analise tudo, retenha o que é bom... 
E nesse caso quase tudo é bom...


Fonte: Diário da Profecia

HIPPIES OU CRISTÃOS?

Tudo seria mais fácil para João Batista se ele pregasse "paz e amor"...


Jovens, paz e amor, liberdade total e pregação autêntica daquilo que se crê. Muitos acham que isso é o cristianismo. Estão confundindo os movimentos: o nome dessa ideologia é movimento hippie. Cantar que “todos precisam de amor” é a musiquinha grudenta dosBeatles, que alguns incorporam para o não menos grudento estilo worship dos cultos renovados.
A miopia pós-moderna nos faz cegos à ira santificada de Jesus. Para aqueles que, com um non-sense adolescente, afirmam que deveríamos pregar o evangelho sem criticar os outros, minha sugestão: leiam Mateus 23. Jesus não fez um discurso florido sobre amor e ação social. Ele criticou os líderes religiosos por suas perspectivas equivocadas (Mt 23:13-31). Quem conhecer o mínimo possível o que dizem os evangelhos, verá que não foi um caso isolado.
 Jesus vivia em disputa com fariseus, saduceus, herodianos e todo tipo de gente portadora de uma mensagem distorcida. Todos se lembram dos fariseus, os rígidos conservadores. Pouca gente se recorda dos saduceus, liberais acomodados com a cultura greco-romana.  Não restam dúvidas que hoje há muitos fariseus adventistas, mas os saduceus continuam no poder (como, aliás, já detinham na época de Jesus).
Os opositores da mensagem do Céu recebiam epítetos duros. João Batista os chamou de “raça de víboras” (Mt 3:7; cf.: Mt 23:33). Vê-se que o profeta não fora afetado pela epidemia do “paz e amor”. Quem lê as cartas de Paulo, sabe que ele não economizava nas palavras duras (1 Co 3:31-3; 4:19-20; 5:1-5; Gl 1:6-7, 9; 2:14; 3:1). O apóstolo Pedro também escreveu contra falsos mestres, de tendência libertina – liberais e mundanos (2 Pe 2:2-3, 12-14, 17-22). Se vivessem no mundo contemporâneo, João Batista, Jesus, Paulo e Pedro teriam seus sermões filmados por aparelhos móveis e compartilhados nas redes sociais. Os vídeos receberiam enxurradas de críticas daqueles que acham que deveríamos viver o evangelho sem criticar os outros!
Infelizmente, nossa cultura fez lavagem cerebral coletiva, removendo o senso crítico e colocando um sentimento róseo que aceita tudo o que o outro diz, sob a premissa de que o pior erro seria criticar qualquer erro! Obviamente, muita gente ainda não conseguiu entender que viver o evangelho se traduz por assimilá-lo em sua plenitude, o que envolve uma postura crítica diante dos erros populares. Assim andaram os profetas do passado, repreendendo o povo, apontando seus pecados, denunciando suas atitudes.
Pense em João Batista: qual era a relação dele com a família de Herodes? Aquilo não era “da conta dele”. Provavelmente, se tivesse se calado, viveria mais. Se João fosse o tipo de cristão com cérebro flácido, diria que era preciso aceitar e amar Herodes, sem dizer uma palavra, porque só o amor convence. Felizmente, o Batista preferiu sentenças condenatórias, porque constituía a vontade divina (Lc 3:19).
Hoje, quando um pregador age simbolicamente, rasgando orientações que não seguimos, isso nos incomoda, porque parece agressivo e ninguém aceita ser reprendido, porque nos achamos adultos e livres, “donos do próprio nariz”. Desdenhamos dessa coragem denunciatória, porque apontar os erros recebe o rótulo de coisa demoníaca. Falta fazer a diferença: o diabo nos acusa para desanimar e nos levar a crer que estamos perdidos em tantos e tão grandes pecados. Deus, por meio de mensageiros cheios de senso de dever, nos repreende como um pai, buscando a salvação de cada filho (1 Co 4:14; Hb 12:5-10). Salvação depende de arrependimento, não da sensação de bem estar quando o culto nos entretém com situações cômicas e músicas emotivas.
No fundo, queremos aceitar o evangelho desde que ele não nos incomode ou nos faça agir de um modo que nosso vizinho pense em contatar algum manicômio. Não desejamos a pecha de lunáticos e estranhos. Queremos o evangelho da calmaria, do “Jesus ama e salva, ponto final”. Para descontentamento geral, o Mestre disse que veio trazer espada e não paz. Em meio à controvérsia universal entre Jesus e Seu inimigo, conflitos são inevitáveis: “De fato, todos os que desejam viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2 Tm 3:12; cf.: 1 Pe 2:12, 16, 19-20; 3:14-15; 4:12-13). O difícil é deixar o sofá da sala para suportar perseguição…

sexta-feira, 2 de maio de 2014

O Dilema da Distração - Música cristã, bateria e comportamento

Uma Visão Geral da Música, com enfoque na Música Cristã Contemporânea, e como ela tem sido usada para desviar nossa mente da verdadeira adoração a Deus.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Vídeo do Papa cumpre Profecia - Pastor Doug Batchelor e Pastor Ranieri Sales





Doug Batchelor comenta Tony Palmer ao ele apresentar um clipe do papa Francisco apelando para que protestantes se unam à igreja católica. É recebido com entusiasmo por milhares de líderes protestantes.
Veja aqui o comentário do Pr. Ranieri, do Unasp EC, sobre este vídeo.
Índice Interativo – navegue no vídeo clicando abaixo:
Tony Palmer | Clipe do Papa | Kenneth Copeland | Profecia de Ellen G. White cumprida
Batchelor é pastor da Igreja Adventista do Sétimo Dia (confira aqui) e presidente do ministério de apoio Amazing Facts, representado no Brasil pela Fatos Incríveis.
Áudio (inglês): Vídeo do Papa Cumpre Profecia

O pastor que rasgou o livro

[No dia 1º de março, o pastor e doutor Horne Silva apresentou no Unasp, campus São Paulo, um sermão que causou polêmica nas redes sociais porque alguém filmou apenas uma pequena parte da mensagem e a postou no Facebook. Nessa parte do sermão, o pastor Horne, para causar impacto, rasgou algumas páginas do livro Música, de Ellen White, alegando que não eram necessários aqueles conselhos, uma vez que quase ninguém parece dar-lhes atenção. Foi o suficiente para causar uma polarização. De um lado, houve quem aplaudisse a atitude corajosa do pregador; de outro, houve quem o acusasse de fanático, extremista e exagerado. Infelizmente, houve até atitudes desrespeitosas com um pastor que tem PhD em teologia e que lecionou por muitos anos para muitos pastores que hoje trabalham na obra adventista. Não se trata de “pegação no pé” dos músicos (tão importantes que são para a igreja), já que vêm sendo feitas críticas também às mensagens sem “substância teológica” que estão sendo apresentadas em muitos púlpitos. Talvez, justamente por isso, estejamos vendo uma mudança significativa em certos aspectos do louvor praticado nas igrejas adventistas. Estamos estudando o assunto ou o que mais conta é o nosso gosto? Preocupamo-nos com a preferência do Ser adorado ou levamos em conta apenas a nossa preferência? O pastor Horne não é um irresponsável. Como pregador, ele quis usar um recurso impactante para despertar a reflexão em torno de um assunto delicado. Talvez esses que o criticaram de modo agressivo fizessem o mesmo ao ver Isaías profetizando nu ou ao contemplar Moisés despedaçando as tábuas de pedra escritas pelo dedo de Deus - ou quem sabe eles mesmos rasgassem os livros de Ellen White, se isso não fosse visto como "politicamente incorreto". Abaixo, está o sermão completo do pastor Horne, que publico aqui a pedido. Ele me disse o seguinte: “O que fiz foi consciente e contristado porque não estamos dando a Deus a música que Ele merece.” O uso extensivo que ele faz de textos de Ellen Whitese deve ao fato de que o destinatário de sua mensagem é a Igreja Adventista. Leia e tire suas conclusões. [MB] 

O ser humano normal, em âmbito intelectual, moral e espiritual, sabe e sente que há um Ser superior, um Criador de todas as coisas. Esse homem (sentido genérico) sente a necessidade de reverenciar e prestar um culto de adoração a Deus. No Salmo 42:2, Davi diz que sua “alma tem sede de Deus”. Todos nós cristãos participamos desse sentimento de Davi e podemos dizer com ele: “Alegrei-me quando me disseram: Vamos à casa do Senhor.” Vamos à casa do Senhor para quê? Para prestar-Lhe culto. Mas o que é culto? Jesus, falando à mulher samaritana, disse: “Mas vem a hora, e já chegou, quando os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque são estes que o Pai procura para Seus adoradores. Deus é espírito; e importa que os Seus adoradores O adorem em espírito e em verdade” (João 4:23, 24). Gosto disto aqui: “Os verdadeiros adoradores adorarão o Pai.”

E, então, o que é um culto? É adoração a Deus. Ok. Está claro, mas por que vou adorar a Deus? Adoro a Deus em virtude do que Ele é. Todavia, tudo que sei a respeito de Deus foi o que Jesus disse: “Quem vê a Mim, vê o Pai” (Jo 14:9). Quer dizer que quem quer conhecer a Deus tem que ver Jesus. Mas quem é Jesus? Jesus é o Senhor, é o Deus do Antigo Testamento que Se encarnou tornando-Se homem. Que ressuscitou e hoje está nos Céus e intercede por nós, para nos salvar.

Segundo Hebreus 1:1, 2, esse Jesus é o Criador de todas as coisas; Ele é onipotente, onisciente, onipresente; Ele é o grande El Shadday, o mistério dos mistérios, o Deus de amor.

Bom, já que eu sei o que é Deus e quem Ele é, como posso prestar honra a esse Deus? Como posso homenagear esse Deus? Prestando-Lhe um culto. O problema é que nossa geração está perdendo o senso do que é Deus e da Sua presença. Hoje, a criatura quer assumir o papel do Criador. Estão dizendo que “deus está dentro de você mesmo”. “Adore você mesmo.” Nossa geração está, literalmente, rejeitando a Deus. É por isso que vemos em nossos cultos a prática de uma adoração que busca o prazer para os adoradores, fazendo do culto um espetáculo, um show para agradar às pessoas.


Ivan Espíndola de Ávila, pastor evangélico ex-presidente da Sociedade Bíblica do Brasil, diz: “O púlpito esvaziou-se, e os pastores, que não têm mais mensagem que falem ao coração do rebanho, gostam de dizer que não são mais pregadores e, sim, comunicadores. A tribuna sagrada foi substituída pela plataforma, em que se apresentam conjuntos musicais estridentes, alheios à noção do sagrado. Os cultos têm aspecto de shows, e a mensagem foi sorrateiramente eliminada. Há sobra de ruído e carência de verdadeira comunhão.”

Em 1984, publiquei um livro de 389 páginas intitulado Culto e Adoração. Já faz 30 anos desde sua publicação – e o culto mudou, mas não foi para melhor. Poderíamos gastar muito tempo analisando as diferentes partes do culto, mas não temos tempo para isso. Quero falar sobre um aspecto do culto que está se tornando a parte principal da adoração: a música. Sutilmente, o tipo de música que usamos na igreja está mudando e afetando a liturgia. Os ouvintes não têm paciência e preparo para ouvir um sermão expositivo ou doutrinário, uma boa pregação. Eles querem mensagens leves, com forte apelo emocional. O pregador é mais um narrador, um comunicador falando numa entonação e linguagem melosa.

Como Igreja Adventista temos uma orientação para a música apropriada para o culto? Temos. Ótimo, problema resolvido. Não, não está resolvido, porque não seguimos a orientação que temos. Veja o que diz o Manual da Igreja, p. 151: “Toda melodia que partilhe da natureza dojazz, rock ou formas híbridas relacionadas, ou toda linguagem que expresse sentimentos tolos ou triviais, serão evitadas.”

Veja aqui o que diz a Lição da Escola Sabatina do 3º trimestre de 2011, p. 73: “É difícil dizer a diferença entre o que está sendo tocado na igreja e o que está sendo tocado como música secular (porque, francamente, não há diferença).”

Será que não sabemos discernir que o sagrado vem de cima e o profano vem de baixo? Que essa “música gospel” é um engodo do diabo? Será que Igreja Adventista tem uma clara e segura orientação de Deus?

No livro Música, de Ellen G. White [que não contem tudo o que ela fala sobre o assunto], o então diretor do Centro de Pesquisas Ellen G. White, Alberto Ronald Timm, diz o seguinte: “São orientações de Deus, extraídas dos escritos de Ellen G. White por seu neto Arthur White, a pedido da Associação Geral” (p. 7). Vejamos algumas dessas orientações de Deus:

“Não é o cantar forte que é necessário, mas a entonação clara, a pronúncia correta e a expressão vocal distinta” (p. 24). “Pode-se fazer grande aperfeiçoamento no cantar. Pensam alguns que, quanto mais alto cantarem, tanto mais música fazem; barulho, porém, não é música. O bom canto é como a música dos pássaros – suave e melodioso. Tenho ouvido em algumas de nossas igrejas solos completamente inadequados ao culto na casa do Senhor. As notas prolongadas e os floreios, comuns nas óperas, não agradam aos anjos” (p. 25, 26).

“Os que fazem do canto uma parte do culto divino, devem escolher hinos com música apropriada para a ocasião, não notas de funeral, porém melodias alegres e todavia solenes. A voz pode e deve ser modulada, suavizada e dominada” (p. 30).

“Quão impróprias essas vozes agudas, estridentes, para o solene e jubiloso culto de Deus! Desejo tapar os ouvidos, ou fugir do lugar, e regozijo-me ao findar o penoso exercício” (p. 32).

“Vi que todos devem cantar com o espírito e também com entendimento (1Co 14:15.) Deus não Se agrada de barulho e desarmonia... E quanto mais perto puder chegar o povo de Deus do canto correto, harmonioso, tanto mais será Ele glorificado, a igreja beneficiada e os incrédulos impressionados favoravelmente” (p. 32, 33).

“...e quando chegam a uma nota alta, fica impossível de ouvir qualquer palavra da congregação em seu canto, nem ouvir outra coisa, a não ser grunhidos parecidos com os que são emitidos por deficientes mentais” (p. 36, 37).

“Eles gritavam e cantavam suas canções até que se tornavam realmente histéricos” (p. 37).

“A verdade para este tempo não necessita disso para conseguir a conversão de pessoas. Uma balbúrdia de barulho fere os sentidos e perverte aquilo que, se devidamente dirigido, seria uma bênção” (p 39).

“Por essas coisas os incrédulos são levados a pensar que os adventistas do sétimo dia são um bando de fanáticos” (p. 42).

“Canções frívolas e partituras de músicas populares de sucesso parecem estar de acordo com seu gosto” (p. 48).

“A movimentação física no cantar é de pouco proveito. Tudo que de algum modo está ligado ao culto religioso deve ser elevado, solene e impressivo” (p. 64, 66).

“Notas ásperas e gesticulações exageradas não são exibidas entre os componentes do coro angelical. O cântico deles não irrita os ouvidos. É suave e melodioso, e ocorre sem esse grande esforço que tenho testemunhado. Não é algo forçado, que requer muito esforço físico” (p. 67).

Convido os meus ouvintes a que, se possível, leiam o contexto e vejam os princípios que Ellen G. White traz para a igreja. Agora, e a Bíblia? Não fala nada? Não precisa falar muito para incluir tudo que é certo e errado quanto à música. Vamos ler Amós 5:23, que diz: “Afasta de Mim o estrépito dos teus cânticos; porque não ouvirei as melodias das tuas liras.” A Bíblia na Linguagem de Hoje é mais clara: “Parem com o barulho das suas canções religiosas; não quero mais ouvir a música de harpas.” E a Bíblia Viva é ainda mais enfática: “Acabem com esse barulho das suas canções; eles são um barulho que incomoda Meus ouvidos. Não ouvirei suas músicas, por mais belas que sejam.” 

Ao profeta Ezequiel Deus disse: “Ao Meu povo ensinarão a distinguir entre o santo e o profano, e o farão discernir entre o imundo e o limpo” (Ez 44:23). Espere! Vamos com calma. Estamos vivendo numa nova era. Temos que levar em consideração a cultura. Cultura? Consideremos o seguinte:

1. Que tal se disséssemos aos europeus que no Brasil adoramos a Deus ao som de samba, frevo, forró, pagode ou axé? Esses são ritmos mais relacionados com a cultura brasileira. E não o rock, o blues, o jazz, swing da música gospel.

2. O que você vai fazer com a Bíblia? Ela está cheia de cultura, e cultura milenar. E ainda oriental. E os livros da senhora Ellen G. White, escritos há mais de cem anos? O Deus que eu adoro e o Deus que a Igreja Adventista adora é um Deus que está além da cultura; Ele não muda. “Ele é o mesmo ontem, hoje e eternamente” (Hb 13:8).

O problema é que a igreja quer se tornar como o mundo, com a desculpa de trazer os que estão fora, no mundo. Mas com isso ela está se “mundanizando”, secularizando.

Kenneth Wood foi professor, escritor e diretor do Centro White por 28 anos. Ele diz categoricamente: “A igreja nunca presta um serviço ao pecador comprometendo-se com o mundo. É melhor que os não regenerados permaneçam fora da igreja até que se submetam aos princípios da igreja, do que ela [a igreja] se tornar semelhante ao mundo, alistando como membros aqueles que desejam trazer suas normas, seus costumes e gostos.”

O pastor Ted Wilson, presidente mundial da Igreja Adventista, falando para a América do Sul, disse que “o avanço do mundanismo em muitas de nossas igrejas é alarmante”. É claro que é alarmante. No entanto, devemos ter equilíbrio. Equilíbrio em quê? Equilíbrio entre o sacro e o secular? Entre o santo e o profano? Existe equilíbrio entre o “assim diz o Senhor” e o coração enganoso do homem? “Que comunhão pode ter a luz com as trevas”? (2Co 6:14). Equilíbrio entre nossas convicções pessoais e a orientação divina? Salvação não é questão de equilíbrio, mas de fé e santificação. O que devemos fazer?

Tenho conhecimento e vivência para mostrar o problema e dar a solução. Mas prefiro que Ellen White nos diga o que devemos fazer, numa citação que não está no seu livro Música. Depois de escrever um capítulo inteiro sobre diversos aspectos da música, ela termina dizendo que “há uma obra a fazer: remover o lixo [rubbish] que se tem trazido para dentro da igreja” (Evangelismo, p 512). Precisa ser mais claro? Quem vai fazer isso? Eu tenho a resposta. Mas quero deixar para um homem de Deus responder, na pergunta que o pastor Kenneth Wood faz: “Tornar-se-á a música do mundo música da igreja? A resposta cabe aos responsáveis pela liderança da igreja nestes tempos solenes, e aos que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela (Ez 9:4).”

Ó, Senhor! Tenha misericórdia de nós. Perdoa a nossa maneira indevida de Te adorarmos. Ajuda-nos a aprendermos a Te adorar na beleza da Tua santidade. Que o nosso culto e a nossa música sejam para Tua honra e glória. Amém!


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