segunda-feira, 2 de abril de 2007

O homem que não se irritava

Recebi por email esta história e achei muito boa... para nós refletirmos quando estivermos no transito em uma fila qualquer, ou discutindo algo com alguém que não irá chegar a lugar algum.

Em cidade interiorana havia um homem que não se irritava e não discutia com ninguém.

Sempre encontrava saída cordial, não feria a ninguém, nem se aborrecia com as pessoas.

Morava em modesta pensão, onde era admirado e querido.

Para testá-lo, um dia seus companheiros combinaram levá-lo à irritação e à discussão numa determinada noite em que o levariam a um jantar.

Trataram todos os detalhes com a garçonete que seria a responsável por atender a mesa reservada para a ocasião. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.

A garçonete chegou próxima a ele, pela esquerda, e ele, prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.

Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.

Ele esperou calmamente e em silêncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na direção da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.

Após servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia concluído a tarefa e retornou à cozinha.

Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos observavam discretamente, para ver sua reação.

Educadamente ele chamou a garçonete, que se voltou, fingindo impaciência e lhe disse: o que o senhor deseja?

Ao que ele respondeu, naturalmente: a senhora não me serviu a sopa.

Novamente ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o: servi, sim senhor!

Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos...

Todos pensaram que ele ia brigar... Suspense e silêncio total.

Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranqüilamente: a senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!

Os amigos, frustrados por não conseguir fazê-lo discutir e se irritar com a moça, terminaram o jantar, convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura.

Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irritação e impensadamente.

Ao protagonista da nossa singela história, não importava quem estava com a razão, e sim evitar as discussões desgastantes e improdutivas.

Quem age assim sai ganhando sempre, pois não se desgasta com emoções que podem provocar sérios problemas de saúde ou acabar em desgraça.

Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas tão sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discussão.

Isso porque algumas pessoas têm a tola pretensão de não levar desaforo para casa, mas acabam levando para a prisão, para o hospital ou para o cemitério.

Por isso a importância de aprender a arte de não se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma saída inteligente como fez o homem no restaurante.

Pense nisso!

A pessoa que se irrita aspira o tóxico que exterioriza em volta, e envenena-se a si mesma.

quinta-feira, 29 de março de 2007

Verdadeiros Heróis!!!


Recebi uma apresentação de powerpoint com o seguinte conteúdo... vale a pena pensar nisso...


“E agora vamos falar com os nossos heróis...” Essa foi a saudação infeliz usada por Pedro Bial ao se dirigir aos participantes do programa Big Brother Brasil. Se alguém se encontrar com o jornalista, pergunte-lhe, por favor, qual a definição de “herói” no dicionário dele... No meu, herói é algo muito diferente...

Herói é a Dra. Vanessa Remy-Piccolo, jovem pediatra francesa de 28 anos de idade (primeira foto à esquerda). Ela abriu mão do seu conforto para servir na África como voluntária do programa Médicos Sem Fronteiras. Ela cansou de atender crianças que com um ano de idade pesavam em torno de 3,6 kg, o que corresponde ao peso de um recém-nascido. Herói que relata que muitas mães chegavam até ela dizendo que levaram os alimentos doados para casa, mas que seus filhos parecem ter esquecido o que é se alimentar e se recusam a abrir a boca.

Herói é Martial Ledecq, cirurgião voluntário do Médicos sem Fronteiras, que, arriscando a própria vida, atende em meio a bombardeios os civis feridos num hospital de Tebnine, sul do Líbano – vítimas de recente guerra que de tão nefasta não poupou nem os observadores da ONU e nem mesmo as equipes de ajuda humanitária internacional.

Herói, meu caro Pedro Bial, é quem, nestes dias desleais em que vivemos, enxerga o sofrimento alheio e se prontifica a amenizá-lo no que estiver ao seu alcance. Heróis são aqueles que abrem mão dos confortos pessoais em favor de outros; aqueles plenos de uma vida na qual a paixão sobrepuja a omissão. Herói é aquele que é solidário; que partilha dons e bens.

Mas há também muitos heróis que falam a nossa língua... E não são as “celebridades” instantâneas do BBB, embora estejam pertinho da “casa mais vigiada do Brasil”. Heróis como Jacinta, enfermeira do projeto Meio-Fio, promovido pelos Médicos Sem Fronteiras no Rio de Janeiro.

Heróis como a médica Renata, que visita aqueles que nem aos precários serviços de saúde pública têm acesso.

Heróis como o educador Altayr, que partilha seus conhecimentos com moradores de rua no centro do Rio de Janeiro.

Heróis como a psicóloga Andréa, que, a exemplo da pediatra francesa, semeia saúde e esperança por onde passa.Heróis como a enfermeira Eriedna, que atendeu o Sr. Nilton no núcleo de atendimento dos Médicos Sem Fronteiras. Heróis como o Sr. Nilton, que com o apoio recebido conseguiu encontrar um trabalho. E hoje não mais mora nas ruas.

Heróis como Sr. João, um dos moradores de rua atendidos pelo projeto Meio-Fio, que relata: “De manhã eu começo a circular igual a um peru doido. Eu só paro na hora do almoço e depois, à noite, pra dormir. Mas catar latinha não é fácil, não. Hoje em dia tem uma concorrência muito grande pelas ruas.”

Será que o Sr. João resistiria à tentação de catar as latinhas e garrafas de bebida vazias, com as quais a produção do BBB tenta a todo custo embriagar os participantes do programa nas festas que promove? O Sr. João provavelmente juntaria as latas, sim, escondidas num canto da casa, para quando a fama instantânea passar...

Quando um cara que já foi dos mais brilhantes repórteres do País vibra e discute os namoricos, as intrigas e as futilidades do programa BBB como se fossem o assunto mais importante da atualidade, é sinal de que algo está lamentavelmente errado...É preciso acreditar que outro mundo é possível. E pequenos gestos poderão produzir mudanças significativas. Um ato simples, que certamente poderá resultar em benefícios concretos, é o de iniciar uma campanha de conscientização para que ninguém mais atenda aos apelos melodramáticos de Pedro Bial, e que, ao invés de efetuar ligações para o programa Big Brother, contribua para entidades que atuam em prol de causas sociais.

A cada paredão, com milhões de ligações para o programa, os centavos e centavos pagos formam rios de dinheiro e engordam ainda mais as já milionárias fortunas dos donos, diretores e apresentadores de TV.

Se você tem algum amigo, familiar ou conhecido que liga para o programa, aconselhe-o a doar a quantia para algum programa humanitário. Ao invés de ligar para o Big Brother Brasil, contribua com alguma instituição que realmente precisa de ajuda. E não faltam entidades sérias que contam com o nosso apoio para prosseguir com suas atividades nobres.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2007

Está Nervoso??? Aprenda a se livrar disso...

"O Carvão"
O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.

Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado: Pai estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo. Desejo tudo de ruim para ele.

Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar: O Juca me humilhou na frente dos meus amigos; não aceito; gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.

O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado.

Zeca viu o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo: Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.

O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa.

O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta: Filho, como está se sentindo agora? Estou cansado, mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.

O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala: Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.

O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Só se conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, então, lhe diz ternamente: Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você. O mau que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resmungos, a fuligem, ficam sempre em nós mesmos...”

quinta-feira, 14 de setembro de 2006

Hoje é dia de Faxina!!! Tá afim???

(Recebi por email e achei muito interessante e bonito)
Há pouco tempo vimos na imprensa uma notícia de uma senhora idosa que,pelo período de vinte anos, acumulou lixo em sua residência,enchendo todos os cômodos de uma espaçosa mansão, em bairro nobre em São Paulo.
Do piso até o teto. O único espaço disponível que sobrou para ela morar foi dentro de um carro pequeno na garagem. Embora rica, morava como mendiga.



Essa senhora não só colocou em risco a sua própria vida, como também a dos vizinhos, pois sua casa foi contaminada por todo tipo de fungos, bactérias,baratas,pulgas,cupins,escorpiões e insetos de todo tipo e até ratos. Foipresa e vai ser submetida a tratamento e talvez até a processo. Havia tanto lixo na casa que a Prefeitura levou policiais e vinte e quatro homens da equipe de limpeza para retirar tudo. Durante muitos dias de trabalho,os caminhões saíram da casa repletos de lixo. E tome detergente, água sanitária,sabão, dedetização, desratização, limpeza de caixas d’água, etc.



Em nossa vida espiritual também acontece o mesmo. Por anos a fio vamos acumulando nossa alma com entulho, lixo, restos de “alimento”, coisas velhas,enferrujadas e sem valor algum, a não ser sentimental. Porcarias de todo o tipo. São medos, angústias,ansiedades, preocupações, mágoas contra as pessoas. Faltade perdão. Preconceitos,juízos,invejas, murmurações, maldições, cobiças, etc.Tudo aquilo que envenena o coração e contamina o homem: “Mas o que sai da bocavem do coração, e é isso que contamina o homem. Porque do coração procedem maus desígnios, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos,blasfêmias. São estas as coisas que contaminam o homem; mas o comer sem lavaras mãos não o contamina” (Mt 15:18-20).



Primeiro o coração, depois todo o ser é envenenado. E assim também, todos à suavolta sofrerão. Cônjuge, filhos, familiares, vizinhos, amigos, colegas.Relacionamentos são abalados, rompidos, destruídos mesmo. Quem agüenta ficarperto de alguém que é puro rancor? Só vive murmurando? É invejoso? Cobiça tudo o que vê? Critica, julga, condena? Ou então vive emburrado, triste? Ninguém! Uma pessoa assim acaba morando sozinha. Anteriormente rica de amigos, terá que viver como mendiga. Só há uma solução para ela. Chamar quem é autoridade em limpeza de coração:Jesus Cristo!



Amado, hoje é o dia que o Senhor o chama. Não endureça o coração. Deixe Jesusentrar. Entregue-lhe todos os cômodos para uma faxina completa. Escancare asportas de todos os cômodos e armários. Até mesmo aqueles lá do fundo do quintal.Abra todas as gavetas, pastas e cadernos. Dê-lhe livre acesso aos diários em suamemória, aos planos e projetos, até mesmo aos “rascunhos”.



Ponha tudo à vista do Senhor. “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meuspensamentos; vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno”(Sl 139:23,24).
Nada deve ficar sob reserva. Jesus irá fazer uma limpeza completa. Primeiro Ele lhe dará o perdão dos pecados e, em seguida, irá virar tudo de pernas para o ar. Eliminar todo “rato”, “cupim”, “pulga”, arrancar as ervas daninhas, as raízes deamargura, tristeza, ódio, mágoa, inveja, etc.. Jesus fará uma purificaçãocompleta em sua vida, eliminando o cheiro de morte e trazendo-lhe um cheiro novode vida. Jesus trará paz ao seu coração. “Ao entrardes numa casa, dizei antes detudo: Paz seja nesta casa!” (Lc 10:5). E se a casa for digna, Ele passará a habitar ali eternamente, ceará contigo e você com Ele. E nunca mais haveráespaço para o mal se acumular em sua vida.



E quando seus vizinhos, que outrora te abandonaram, virem a caçamba de “entulho”à sua porta, também eles trarão alguns de seus próprios entulhos para jogarem fora.
Você passará a ser um canal de bênçãos e não de morte.

A paz do Senhor Jesus esteja contigo!

Um Grande Abraço!

quinta-feira, 8 de junho de 2006

EXPECTATIVAS

Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso quando um cachorro entrou.
Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou.
Novamente ele tentou espantá-lo, foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca.
Ele pegou o bilhete e leu: - "Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor. Assinado: dono do cachorro".
Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 50 Reais.
Então ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro, colocou numa embalagem plástica, junto com o troco, e pôs na boca do cachorro.
O açougueiro ficou impressionado e como já era mesmo hora de fechar o açougue, ele decidiu seguir o animal.
O cachorro desceu a rua, quando chegou ao cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.
O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o cão parou em uma casa e pôs as compras na calçada.
Então, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta. Tornou a fazer isso. Ninguém respondeu na casa.
Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo , foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes.
Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi quando alguém abriu a porta e começou a bater no cachorro.
O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo: -"Por Deus do céu, o que você está fazendo? O seu cão é um gênio!"
A pessoa respondeu: - "Um gênio?
Esta já é a segunda vez esta semana que este estúpido ESQUECE a chave!!!".
Moral da História: "Você pode continuar excedendo às expectativas, mas para os olhos de alguns, você estará sempre abaixo do esperado...

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