Tenho ficado preocupado com uma situação que percebo em muitas de nossas congregações, especialmente por ocasião do programa de Sábado de manhã.
Escola Sabatina
Muitos irmãos preferem não participar da Escola Sabatina, ficando a conversar frivolidades nos corredores, embaixo de árvores, pátio, ou salas isoladas da Igreja. Com isso, essas pessoas perdem a bênção de participarem do estudo da Lição, que tão grandemente enriquece nossa vida espiritual e nosso conhecimento sobre as Escrituras.
Fico triste por ver que muitos jovens têm perdido o interesse pelo estudo da Lição. O reflexo disso é visto claramente no desinteresse pelas coisas sagradas; na fragilidade com que vivem a guarda do sábado (especialmente os de idade escolar); a falta de conhecimento doutrinário básico; a vida devocional pálida e quase à morte; etc. O fim de tudo isso nós já conhecemos: apostasia.
Percebo, também, que alguns da área da música preferem aproveitar os momentos da Escola Sabatina para ensaiarem as apresentações que farão logo mais. Mas será que compensa?! Perder o debate sobre a Lição para ensaiar uma música? Acho que não...
Culto Divino
Alguns que deveriam ter vindo à Igreja para adoração também permanecem durante o culto divino alheios ao espírito devocional que deve caracterizar alguém que vem à Casa do Senhor, no Dia dEle, para O adorar.
Normalmente, os mesmos que estavam do lado de fora durante a Escola Sabatina, assim permanecem na hora do Culto. Ou, então, ocupam os últimos bancos e passam o tempo todo a conversar sobre tudo... menos sobre adoração.
Já percebi que alguns músicos (é claro que não são todos, pois existem aqueles que abraçam o ministério do louvor de uma forma belíssima), se limitam a participarem da adoração apenas no momento em que estão se apresentando. Ficam do lado de fora do templo, e só entram para cantar sua música (aquela que estava sendo ensaiada na hora da Escola Sabatina... rs), e depois retornam para o grupo da conversa, sem participarem da bênção de ouvir o sermão, ou de cantar com a congregação, ou de simplesmente permanecer no templo, dentro do ambiente que o Senhor chama de "Minha Casa".
Verdadeira adoração... é isso que Deus espera de todos nós (João 4:23).
Sonho com o dia em que todos os que se dirigirão à Igreja no Sábado, ali irão com o desejo sincero de se encontrarem com o Autor e Consumador de nossa fé.
Talvez em sua Igreja local esta realidade que apresentei acima não exista. Fico feliz por isso!
Mas existem muitas outras que estão necessitando de um verdadeiro e urgente REAVIVAMENTO, para voltarem a sentir o poder da presenção do Todo-Poderoso, e assim estarem fortalecidos para passarem a semana ao Seu lado, sem vacilos ou desânimos, os quais muitas vezes são resultado da falta da verdadeira adoração durante o programa de Sábado.
RETIRADO DO BLOG: GILSON MEDEIROS
Mostrando postagens com marcador Cultos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cultos. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 9 de maio de 2012
domingo, 31 de outubro de 2010
Como Reavivar uma Igreja?

Por que os cultos em algumas igrejas Adventistas são tão "frios" e "desanimados"?Por que alguns sermões não alcançam os corações dos adoradores?
Por que existe tanta frieza na vida espiritual de alguns Adventistas do 7º Dia?
Por que a Igreja Adventista não utiliza o modelo de culto de outras denominações, cujas reuniões estão sempre repletas de pessoas?
Estas são algumas das perguntas que frequentemente são feitas aos líderes Adventistas. Recentemente recebi um e-mail de um assíduo leitor deste blog, o qual me fez diversas indagações sobre nossa maneira de adoração, em especial sobre o estilo dos cultos, que, às vezes, não produzem a sensação de que houve realmente um encontro com Deus.
Eu creio no seguinte: NÃO PRECISAMOS COPIAR NINGUÉM!
Não é porque uma igreja A ou B tem seus cultos com pessoas do lado de fora, que nós devamos fazer "tudo" que eles fazem, para termos os mesmos resultados. Sabemos que há muito Cristianismo adulterado por ai, com mensagens que levam as pessoas a buscarem bens e prazeres materiais, curas, milagres, exorcismos, etc., mas sem uma mensagem centrada na Bíblia, no "Assim diz o Senhor".
Muitas denominações se enchem de pessoas porque apresentam uma mensagem que não "cobra" nenhuma mudança de vida. Ou seja, apenas pregam que Jesus salva, liberta e cura, mas não dizem que este mesmo Jesus espera renovar a vida da pessoa e colocá-la no Caminho da Verdade e da Salvação Eternas (cf. Mat. 7:21-23; Rom. 6:4; 2Cor. 5:17; João 14:15; 15:14; etc.).
Por isso, não penso que a solução seja "copiar" o que existe em outras denominações. Infelizmente, parece que esta tem sido uma tendência em alguns lugares, os quais estão preferindo utilizar-se de músicas, sermões, liturgias, e até "jargões" estranhos à cultura Adventista, com o objetivo de atrair mais adoradores. A intenção pode ser boa, mas devemos cuidar para que os princípios de nossa fé não estejam sendo rebaixados!
Como Reavivar?
É uma realidade, infelizmente, que algumas congregações Adventistas tenham uma "vida" muito "sem sal", ou seja, são comunidades de crentes que não contagiam pela alegria, vibração e entusiasmo que os não-crentes esperam ver quando visitam nossas igrejas pela primeira vez (cf. Atos 2:46-47).
O que podemos fazer para mudar esta situação? Em primeiro lugar, acredito sinceramente que a temática dos sermões pregados nestas congregações "frias" e "sem vida" tem uma imensa parcela de culpa na situação espiritual da Igreja. Até que ponto as necessidades dos adoradores estão sendo supridas com os sermões? Como eles estão encontrando eco no coração das pessoas? Os dramas e temores da vida moderna estão sendo esclarecidos e solucionados através dos sermões, ou as pessoas "entram vazias" e "saem cheias"... de novas angústias? Os jovens estão encontrando respostas para as lutas que enfrentam na sociedade secularizada em que vivem?
Não era assim que Jesus pregava. É só ler os Evangelhos para comprovar isso.
Suas mensagens, Seus momentos de "entrevista individual" com alguma pessoa, Seus milagres, etc., revelam que a preocupação de Deus é por nossa cura espiritual, por nos libertar dos jugos desta vida.
"Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o Meu jugo é suave, e o Meu fardo é leve" (Mat. 11:28-30).
O "fardo" de Jesus é leve... pois é Ele que carrega por nós!
Os sermões que ensinam uma mensagem de exagerado sacrifício, de religião fanática, de cristianismo triste e sem vida, não provêm do Alto... com absoluta certeza!
Se sua igreja precisa ser reavivada, comecem a pregar mensagens de esperança, de salvação em Cristo, de libertação. O Novo Testamento está repleto de temas para este tipo de pregação.
Não adianta querer reavivar uma igreja pregando sobre vestuário, alimentos saudáveis, dinheiro, profecias alarmistas, murmurações contra a liderança, etc. Estes podem até ser temas interessantes, mas não devem ser o único "repertório" de uma congregação que deseja ser VIVA.
O grande pastor e teólogo Adventista, Dr. Hans K. LaRondelle, em seu brilhante livro "O que é Salvação?", diz o seguinte:
Justificação, salvação, exaltação da Cruz, libertação do pecado, Jesus, Jesus, Jesus... ai está o segredo do sermão eficaz! É isso o que o povo precisa ouvir, quando os dramas da vida sufocam o coração: TEUS PECADOS ESTÃO PERDOADOS! VÁ EM PAZ!
Uma igreja que só ouve sobre o tamanho do cabelo ou o vestuário das mulheres, sobre a "irreverência" durante o sábado, sobre os benefícios da alimentação vegetariana, sobre os perigos do uso de bateria durante o culto, etc., não pode ser uma igreja viva.
Como eu disse, estes temas têm o seu devido lugar de importância, mas não é no PRIMEIRO LUGAR.
Caros pregadores, preguem mais sobre o livro de Romanos, sobre os milagres de Jesus, sobre a alegria da salvação em Cristo... e suas igrejas iniciarão um reavivamento que jamais foi visto!
Algumas Dicas Práticas:
1. Uma Igreja se reaviva num período de 4 a 6 meses.
2. Eu mesmo, como líder, tenho que estar vibrando por Cristo – preciso estar reavivado.
3. Reúna os oficiais e defina responsabilidades. As reuniões deverão ocorrer mensalmente.
4. Dirija cada reunião com entusiasmo e animação.
5. Saia da rotina nos cultos de quarta e domingo.
Domingo – reuniões de cunho evangelístico, com "corinhos", slides, filmes, brindes, um lanche ao final, etc.
Quarta – bons pregadores, experiências missionárias, testemunhos de curas e milagres, muita música alegre e inspiradora.
6. Tenha uma reunião semanal dos professores da Escola Sabatina.
7. Forme novos professores.
8. Tenha um serviço de cânticos animado. Nada daquele serviço monótono, sem vida e feito de improviso, apenas para “cumprir tabela”.
9. Realize cursos de Evangelismo Voluntário.
10. Reúna os instrutores bíblicos para motivá-los e treiná-los.
11. Separe pelo menos 20% do orçamento da Igreja para investir no trabalho missionário.
12. Faça reuniões de oração com os líderes, para orar pelos estudantes e interessados.
13. Tenha uma boa equipe de recepção em TODOS os cultos. Esqueça aqueles recepcionistas antipáticos, frios e que correm para o banco assim que o culto começa.
14. Programa de visitação constante pelos Anciãos e Diáconos.
15. Tenha classes bíblicas permanentes: jovens, adultos, juvenis.
16. A cada trimestre, faça uma reunião administrativa e de avaliação do planejamento.
17. NÃO DESANIME NA PRIMEIRA DIFICULDADE.
Temos um imenso ARSENAL à nossa disposição para fazer com que nossa igreja seja VIVA e ANIMADA. Não há porque copiar ninguém, pois tudo o necessário já faz parte de nossa fé e cultura... só precisamos utilizar.
Quanto antes vocês começarem, maiores serão as alegrias de verem os "ex" retornando, os jovens se animando na missão, as crianças alegres, os adultos empolgados com a fé... e as visitas marcando presença em cada culto e reunião.
O EVANGELHO É UM PODER... UMA VERDADEIRA "DINAMITE"!
BLOG DO PROF. GILSON MEDEIROS
Por que existe tanta frieza na vida espiritual de alguns Adventistas do 7º Dia?
Por que a Igreja Adventista não utiliza o modelo de culto de outras denominações, cujas reuniões estão sempre repletas de pessoas?
Estas são algumas das perguntas que frequentemente são feitas aos líderes Adventistas. Recentemente recebi um e-mail de um assíduo leitor deste blog, o qual me fez diversas indagações sobre nossa maneira de adoração, em especial sobre o estilo dos cultos, que, às vezes, não produzem a sensação de que houve realmente um encontro com Deus.
Eu creio no seguinte: NÃO PRECISAMOS COPIAR NINGUÉM!
Não é porque uma igreja A ou B tem seus cultos com pessoas do lado de fora, que nós devamos fazer "tudo" que eles fazem, para termos os mesmos resultados. Sabemos que há muito Cristianismo adulterado por ai, com mensagens que levam as pessoas a buscarem bens e prazeres materiais, curas, milagres, exorcismos, etc., mas sem uma mensagem centrada na Bíblia, no "Assim diz o Senhor".
Muitas denominações se enchem de pessoas porque apresentam uma mensagem que não "cobra" nenhuma mudança de vida. Ou seja, apenas pregam que Jesus salva, liberta e cura, mas não dizem que este mesmo Jesus espera renovar a vida da pessoa e colocá-la no Caminho da Verdade e da Salvação Eternas (cf. Mat. 7:21-23; Rom. 6:4; 2Cor. 5:17; João 14:15; 15:14; etc.).
Por isso, não penso que a solução seja "copiar" o que existe em outras denominações. Infelizmente, parece que esta tem sido uma tendência em alguns lugares, os quais estão preferindo utilizar-se de músicas, sermões, liturgias, e até "jargões" estranhos à cultura Adventista, com o objetivo de atrair mais adoradores. A intenção pode ser boa, mas devemos cuidar para que os princípios de nossa fé não estejam sendo rebaixados!
Como Reavivar?
É uma realidade, infelizmente, que algumas congregações Adventistas tenham uma "vida" muito "sem sal", ou seja, são comunidades de crentes que não contagiam pela alegria, vibração e entusiasmo que os não-crentes esperam ver quando visitam nossas igrejas pela primeira vez (cf. Atos 2:46-47).
O que podemos fazer para mudar esta situação? Em primeiro lugar, acredito sinceramente que a temática dos sermões pregados nestas congregações "frias" e "sem vida" tem uma imensa parcela de culpa na situação espiritual da Igreja. Até que ponto as necessidades dos adoradores estão sendo supridas com os sermões? Como eles estão encontrando eco no coração das pessoas? Os dramas e temores da vida moderna estão sendo esclarecidos e solucionados através dos sermões, ou as pessoas "entram vazias" e "saem cheias"... de novas angústias? Os jovens estão encontrando respostas para as lutas que enfrentam na sociedade secularizada em que vivem?
Não era assim que Jesus pregava. É só ler os Evangelhos para comprovar isso.
Suas mensagens, Seus momentos de "entrevista individual" com alguma pessoa, Seus milagres, etc., revelam que a preocupação de Deus é por nossa cura espiritual, por nos libertar dos jugos desta vida.
"Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o Meu jugo é suave, e o Meu fardo é leve" (Mat. 11:28-30).
O "fardo" de Jesus é leve... pois é Ele que carrega por nós!
Os sermões que ensinam uma mensagem de exagerado sacrifício, de religião fanática, de cristianismo triste e sem vida, não provêm do Alto... com absoluta certeza!
Se sua igreja precisa ser reavivada, comecem a pregar mensagens de esperança, de salvação em Cristo, de libertação. O Novo Testamento está repleto de temas para este tipo de pregação.
Não adianta querer reavivar uma igreja pregando sobre vestuário, alimentos saudáveis, dinheiro, profecias alarmistas, murmurações contra a liderança, etc. Estes podem até ser temas interessantes, mas não devem ser o único "repertório" de uma congregação que deseja ser VIVA.
O grande pastor e teólogo Adventista, Dr. Hans K. LaRondelle, em seu brilhante livro "O que é Salvação?", diz o seguinte:
"Há muitos no mundo e na Igreja que inconscientemente anseiam pela mensagem: ‘Os teus pecados estão perdoados’. Portanto, em cada sermão, o pregador precisa proclamar a justificação" (p. 78).
Justificação, salvação, exaltação da Cruz, libertação do pecado, Jesus, Jesus, Jesus... ai está o segredo do sermão eficaz! É isso o que o povo precisa ouvir, quando os dramas da vida sufocam o coração: TEUS PECADOS ESTÃO PERDOADOS! VÁ EM PAZ!
Uma igreja que só ouve sobre o tamanho do cabelo ou o vestuário das mulheres, sobre a "irreverência" durante o sábado, sobre os benefícios da alimentação vegetariana, sobre os perigos do uso de bateria durante o culto, etc., não pode ser uma igreja viva.
Como eu disse, estes temas têm o seu devido lugar de importância, mas não é no PRIMEIRO LUGAR.
Caros pregadores, preguem mais sobre o livro de Romanos, sobre os milagres de Jesus, sobre a alegria da salvação em Cristo... e suas igrejas iniciarão um reavivamento que jamais foi visto!
Algumas Dicas Práticas:
Fonte: Manual do Pr. Ronaldi Neves Batista (UEB).
1. Uma Igreja se reaviva num período de 4 a 6 meses.
2. Eu mesmo, como líder, tenho que estar vibrando por Cristo – preciso estar reavivado.
3. Reúna os oficiais e defina responsabilidades. As reuniões deverão ocorrer mensalmente.
4. Dirija cada reunião com entusiasmo e animação.
5. Saia da rotina nos cultos de quarta e domingo.
Domingo – reuniões de cunho evangelístico, com "corinhos", slides, filmes, brindes, um lanche ao final, etc.
Quarta – bons pregadores, experiências missionárias, testemunhos de curas e milagres, muita música alegre e inspiradora.
6. Tenha uma reunião semanal dos professores da Escola Sabatina.
7. Forme novos professores.
8. Tenha um serviço de cânticos animado. Nada daquele serviço monótono, sem vida e feito de improviso, apenas para “cumprir tabela”.
9. Realize cursos de Evangelismo Voluntário.
10. Reúna os instrutores bíblicos para motivá-los e treiná-los.
11. Separe pelo menos 20% do orçamento da Igreja para investir no trabalho missionário.
12. Faça reuniões de oração com os líderes, para orar pelos estudantes e interessados.
13. Tenha uma boa equipe de recepção em TODOS os cultos. Esqueça aqueles recepcionistas antipáticos, frios e que correm para o banco assim que o culto começa.
14. Programa de visitação constante pelos Anciãos e Diáconos.
15. Tenha classes bíblicas permanentes: jovens, adultos, juvenis.
16. A cada trimestre, faça uma reunião administrativa e de avaliação do planejamento.
17. NÃO DESANIME NA PRIMEIRA DIFICULDADE.
Temos um imenso ARSENAL à nossa disposição para fazer com que nossa igreja seja VIVA e ANIMADA. Não há porque copiar ninguém, pois tudo o necessário já faz parte de nossa fé e cultura... só precisamos utilizar.
Quanto antes vocês começarem, maiores serão as alegrias de verem os "ex" retornando, os jovens se animando na missão, as crianças alegres, os adultos empolgados com a fé... e as visitas marcando presença em cada culto e reunião.
"Pois não me envergonho do Evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê..." (Rom. 1:16).
O EVANGELHO É UM PODER... UMA VERDADEIRA "DINAMITE"!
BLOG DO PROF. GILSON MEDEIROS
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Cultos de Domingo

Eu espero que a realidade em sua igreja seja diferente, mas o que tem se tornado uma rotina na Igreja Adventista é que o único culto no qual o templo fica cheio é o do sábado de manhã. Nos outros dias (em especial, na quarta e no domingo) a freqüência é muito menor do que a do sábado.
Por que isso acontece?
O que podemos fazer para que todos os cultos fiquem cheios de adoradores felizes e comprometidos com o Evangelho? Será que estamos falhando em algum ponto, o qual poderíamos melhorar?
Eu quero hoje abordar em especial o culto de domingo, por ser considerado na IASD como um culto "evangelístico", ou seja, voltado à pregação para não-crentes.
Normalmente, a "liturgia" que observo na maioria das nossas igrejas aos domingos é a seguinte:
1. Serviço de cânticos monótono e feito só para "cumprir tabela" (uns 10 minutos)
2. O culto inicia com a entrada do pregador e o anúncio do primeiro hino (uns 5 minutos)
3. É feita uma oração inicial (uns 2 minutos)
4. Se houver alguém para cantar, então há uma música especial (uns 3 minutos)
Veja que já se foram uns 20 minutos (no máximo!)... e ainda restam mais de 40 minutos para completar o tempo normal do culto.
Esse é um tempo muito longo para um sermão evangelístico, se a pessoa não tiver domínio da arte da pregação ou não estiver preparada para apresentar o sermão (alguns, visivelmente, não se prepararam... e outros ainda dizem isso no púlpito...rsrs).
Resultado: os irmãos vão perdendo o interesse em vir ao culto de domingo (e quando vêm, raramente trazem visitantes) porque o culto não lhes preenche as necessidades. Motivos:
- Músicas sem alegria
- Sermão enfadonho e mal elaborado, que não atende às necessidades das pessoas
- Quase nenhuma participação dos adoradores durante o culto
Isso é uma grande pena, porque eu creio que a Igreja Adventista do 7º Dia é uma das melhores em qualidade musical, tem um acervo de conhecimento bíblico inigualável por qualquer outra denominação, apresenta uma mensagem evangélicasem gritarias ou apelos dramáticos e insistentes (como os verificados em outros lugares)... etc.
Então, o problema está exatamente em que não estamos usando este maravilhoso arsenal "litúrgico" em nossos cultos. Eu gostaria de apresentar algumas sugestões para que o culto em sua Igreja se torne uma bênção para os que comparecerem.
Recepção
- Todo mundo gosta de ser bem recebido, e o mesmo vale para a igreja.
- À porta, deve estar um grupo de 3 ou 4 recepcionistas que abracem esta tarefa como um ministério.
- Pessoas sorridentes, amáveis e simpáticas, e que transmitam um sentimento de que o adorador está chegando a um lugar onde ele será sempre bem tratado e valorizado.
- Os bebedouros e banheiros devem estar visíveis e limpos, para que as pessoas vejam o quanto temos respeito pela Casa de nosso Deus.
- Bíblias, coletâneas ou hinários devem estar disponíveis para os visitantes poderem participar ativamente dos momentos do culto.
Música
- Uns 30 minutos antes do culto começar, o grupo do louvor (algumas igrejas chama de "ministério de louvor/adoração") deve iniciar com cânticos e hinos que criem a atmosfera ideal para o ínício da programação.
- A sugestão é que as músicas escolhidas para este momento sigam uma espécie de "gráfico":
a. Músicas solenes e calmas (ponto baixo do gráfico)
b. Músicas alegres e vibrantes (ponto alto do gráfico)
c. Músicas que mantenham o espírito de alegria e animação (o gráfico permanece no alto)
d. Músicas que criem uma atmosfera de entrega e devoção solene (o gráfico desce)
e. Uma música que prepare o espírito para a recepção da mensagem daquela noite
- Se na sua igreja existem instrumentistas, faça uso deles, pois o Play-back é interessante, mas a música acompanhada de instrumentos ao vivo ganha um brilho sem igual.
- Lembre que existem visitas na Igreja, por isso não se deve pensar que todos já conhecem a letra das músicas. Prepare coletâneas ou transparências para que ninguém fique sem participar por não conhecer o que está sendo cantado.
- A música que produz efeito duradouro no adorador é a congregacional, ou seja, os louvores apresentados por solistas ou grupos não devem tomar mais do que uma pequena parte do momento do louvor. Os adoradores precisam cantar, sentir a música, e participarem ativamente da adoração... não apenas como "ouvintes", mas como "cantores" também.
- As pessoas que estiverem dirigindo os louvores devem ser entusiasmados e motivarem a congregação a cantar com o coração e com o entendimento.
Pregação
- A pregação que produz efeito é aquela que o Espírito de Deus inspirou o pregador a trazer.
- Por isso, temas "sociológicos", "psicológicos" ou "filosóficos" não devem ocupar o lugar da pregação poderosa da Palavra de Deus.
- Muitos pregadores são "eloqüentes", ou seja, "pregam bem", mas sua pregação não tem conteúdo fundado nas Escrituras. São teologicamente vazios! Alguns se limitam a "pescar" textos bíblicos isolados, e fazem uma verdadeira "colcha de retalhos" unicamente para dar "apoio" ao tema que está sendo pregado. Já vi pregadores usarem textos bíblicos que não tinham nada a ver com o que estava sendo pregado. Isto é uma tremenda falta de respeito para com o Espírito de Deus!
- Os sermões devem atingir a necessidade da alma, o desejo anelante de cada adorador ali presente. Pregar sobre os 7/8 reis de Apocalipse 17 pode ser interessante, mas será que vai preencher o vazio de alma que todos nós temos? Tentar descobrir quem são os 144.000 pode trazer a admiração de alguns para com o pregador, mas estará este tema cumprindo o papel de salvar almas do pecado?
- Você que é pregador deve lembrar que o sermão de domingo deve ser feito especialmente para atingir os não-crentes, ou seja, a temática deve ser puramente evangelística: salvação, perdão, justificação, volta de Jesus, milagres de Cristo, etc.
- Pregue de forma simples, sem palavras "decoradas do dicionário". Apresente o sermão de tal forma que tanto o Doutor quanto aquele irmão semi-analfabeto entendam e aproveitem o seu sermão.
- Não é hora de criticar a roupa das irmãs, ou a irreverência das crianças, ou a falta de espírito missionário dos jovens, etc. Pregue sobre Jesus e Seu amor... e vidas serão transformadas!
- Todo sermão deve encerrar com um APELO concreto. Um pregador que encerra seu sermão com chavões ("que o Senhor abençoe você... amém!") e não dá oportunidade para que as pessoas expressem sua entrega a Cristo (levantar de mãos, ficar em pé, ajoelhar para orar, ir à frente, etc.) perdeu grande oportunidade de impressionar os corações com o Espírito Santo de Deus. Um sermão assim não merece mais do que uma nota 3 ou 4 (numa escala de 0 a 10).
Depois do culto
- Dizem os estudiosos que se todos vão embora nos 10 primeiros minutos após o culto, é porque a igreja está carente de relacionamentos sociais entre seus membros.
- Na saída é o momento de fazer amizade com os visitantes; convidá-los para a reunião do Pequeno Grupo; para retornarem no próximo sábado; para iniciarem uma série de estudos bíblicos; etc.
- Será interessante ter um pequeno lanche (chás, sucos, biscoitos, bolo, etc.) ao final de algum domingo especial (o primeiro ou último do mês, por exemplo), pois estas ocasiões criam uma atmosfera propícia para estreitar os relacionamentos entre os membros da igreja, e faz com que todos se sintam parte de uma grande família.
OBS.: Aproveite para dar uma olhada em uma excelente pesquisa realizada pelos pastores Marcos Aurélio Siqueira de Souza e Ricky Castro, a qual foi o seu Trabalho de Conclusão do Curso de Teologia do UNASP.
:::::::::::::::::::::::::::
Nossos cultos de domingo têm tudo para serem os mais freqüentados da semana (especialmente por visitantes), pois poucos estarão trabalhando ou estudando no domingo à noite.
Se isto não está ocorrendo, é porque não estão sendo oferecidas condições para que os adoradores sintam-se motivados a irem à igreja.
Aquela história de que "quem não vai é porque não quer ir, ou não está convertido ainda" é uma desculpa típica de pessoas de espírito pobre, que não querem admitir que não estão fazendo o melhor para Deus e para Sua Obra de salvação.
Pense nisso!
Por que isso acontece?
O que podemos fazer para que todos os cultos fiquem cheios de adoradores felizes e comprometidos com o Evangelho? Será que estamos falhando em algum ponto, o qual poderíamos melhorar?
Eu quero hoje abordar em especial o culto de domingo, por ser considerado na IASD como um culto "evangelístico", ou seja, voltado à pregação para não-crentes.
Normalmente, a "liturgia" que observo na maioria das nossas igrejas aos domingos é a seguinte:
1. Serviço de cânticos monótono e feito só para "cumprir tabela" (uns 10 minutos)
2. O culto inicia com a entrada do pregador e o anúncio do primeiro hino (uns 5 minutos)
3. É feita uma oração inicial (uns 2 minutos)
4. Se houver alguém para cantar, então há uma música especial (uns 3 minutos)
Veja que já se foram uns 20 minutos (no máximo!)... e ainda restam mais de 40 minutos para completar o tempo normal do culto.
Esse é um tempo muito longo para um sermão evangelístico, se a pessoa não tiver domínio da arte da pregação ou não estiver preparada para apresentar o sermão (alguns, visivelmente, não se prepararam... e outros ainda dizem isso no púlpito...rsrs).
Resultado: os irmãos vão perdendo o interesse em vir ao culto de domingo (e quando vêm, raramente trazem visitantes) porque o culto não lhes preenche as necessidades. Motivos:
- Músicas sem alegria
- Sermão enfadonho e mal elaborado, que não atende às necessidades das pessoas
- Quase nenhuma participação dos adoradores durante o culto
Isso é uma grande pena, porque eu creio que a Igreja Adventista do 7º Dia é uma das melhores em qualidade musical, tem um acervo de conhecimento bíblico inigualável por qualquer outra denominação, apresenta uma mensagem evangélicasem gritarias ou apelos dramáticos e insistentes (como os verificados em outros lugares)... etc.
Então, o problema está exatamente em que não estamos usando este maravilhoso arsenal "litúrgico" em nossos cultos. Eu gostaria de apresentar algumas sugestões para que o culto em sua Igreja se torne uma bênção para os que comparecerem.
Recepção
- Todo mundo gosta de ser bem recebido, e o mesmo vale para a igreja.
- À porta, deve estar um grupo de 3 ou 4 recepcionistas que abracem esta tarefa como um ministério.
- Pessoas sorridentes, amáveis e simpáticas, e que transmitam um sentimento de que o adorador está chegando a um lugar onde ele será sempre bem tratado e valorizado.
- Os bebedouros e banheiros devem estar visíveis e limpos, para que as pessoas vejam o quanto temos respeito pela Casa de nosso Deus.
- Bíblias, coletâneas ou hinários devem estar disponíveis para os visitantes poderem participar ativamente dos momentos do culto.
Música
- Uns 30 minutos antes do culto começar, o grupo do louvor (algumas igrejas chama de "ministério de louvor/adoração") deve iniciar com cânticos e hinos que criem a atmosfera ideal para o ínício da programação.
- A sugestão é que as músicas escolhidas para este momento sigam uma espécie de "gráfico":
a. Músicas solenes e calmas (ponto baixo do gráfico)
b. Músicas alegres e vibrantes (ponto alto do gráfico)
c. Músicas que mantenham o espírito de alegria e animação (o gráfico permanece no alto)
d. Músicas que criem uma atmosfera de entrega e devoção solene (o gráfico desce)
e. Uma música que prepare o espírito para a recepção da mensagem daquela noite
- Se na sua igreja existem instrumentistas, faça uso deles, pois o Play-back é interessante, mas a música acompanhada de instrumentos ao vivo ganha um brilho sem igual.
- Lembre que existem visitas na Igreja, por isso não se deve pensar que todos já conhecem a letra das músicas. Prepare coletâneas ou transparências para que ninguém fique sem participar por não conhecer o que está sendo cantado.
- A música que produz efeito duradouro no adorador é a congregacional, ou seja, os louvores apresentados por solistas ou grupos não devem tomar mais do que uma pequena parte do momento do louvor. Os adoradores precisam cantar, sentir a música, e participarem ativamente da adoração... não apenas como "ouvintes", mas como "cantores" também.
- As pessoas que estiverem dirigindo os louvores devem ser entusiasmados e motivarem a congregação a cantar com o coração e com o entendimento.
"A música é um dos meios mais eficazes para impressionar o coração com as verdades espirituais. [Através dela] as tentações perdem o seu poder, a vida assume novo sentido e propósito, e o ânimo e a alegria se comunicam a outras pessoas" -Ellen White, Educação, pág. 167.
Pregação
- A pregação que produz efeito é aquela que o Espírito de Deus inspirou o pregador a trazer.
- Por isso, temas "sociológicos", "psicológicos" ou "filosóficos" não devem ocupar o lugar da pregação poderosa da Palavra de Deus.
- Muitos pregadores são "eloqüentes", ou seja, "pregam bem", mas sua pregação não tem conteúdo fundado nas Escrituras. São teologicamente vazios! Alguns se limitam a "pescar" textos bíblicos isolados, e fazem uma verdadeira "colcha de retalhos" unicamente para dar "apoio" ao tema que está sendo pregado. Já vi pregadores usarem textos bíblicos que não tinham nada a ver com o que estava sendo pregado. Isto é uma tremenda falta de respeito para com o Espírito de Deus!
- Os sermões devem atingir a necessidade da alma, o desejo anelante de cada adorador ali presente. Pregar sobre os 7/8 reis de Apocalipse 17 pode ser interessante, mas será que vai preencher o vazio de alma que todos nós temos? Tentar descobrir quem são os 144.000 pode trazer a admiração de alguns para com o pregador, mas estará este tema cumprindo o papel de salvar almas do pecado?
- Você que é pregador deve lembrar que o sermão de domingo deve ser feito especialmente para atingir os não-crentes, ou seja, a temática deve ser puramente evangelística: salvação, perdão, justificação, volta de Jesus, milagres de Cristo, etc.
- Pregue de forma simples, sem palavras "decoradas do dicionário". Apresente o sermão de tal forma que tanto o Doutor quanto aquele irmão semi-analfabeto entendam e aproveitem o seu sermão.
- Não é hora de criticar a roupa das irmãs, ou a irreverência das crianças, ou a falta de espírito missionário dos jovens, etc. Pregue sobre Jesus e Seu amor... e vidas serão transformadas!
- Todo sermão deve encerrar com um APELO concreto. Um pregador que encerra seu sermão com chavões ("que o Senhor abençoe você... amém!") e não dá oportunidade para que as pessoas expressem sua entrega a Cristo (levantar de mãos, ficar em pé, ajoelhar para orar, ir à frente, etc.) perdeu grande oportunidade de impressionar os corações com o Espírito Santo de Deus. Um sermão assim não merece mais do que uma nota 3 ou 4 (numa escala de 0 a 10).
"Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado... A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana, e sim no poder de Deus" (1Cor. 2:2-5).
"Há muitos no mundo e na Igreja que inconscientemente anseiam pela mensagem: ‘Os teus pecados estão perdoados’. Portanto, em cada sermão, o pregador precisa proclamar a justificação" - LaRondelle, O que é salvação?, p. 78.
Depois do culto
- Dizem os estudiosos que se todos vão embora nos 10 primeiros minutos após o culto, é porque a igreja está carente de relacionamentos sociais entre seus membros.
- Na saída é o momento de fazer amizade com os visitantes; convidá-los para a reunião do Pequeno Grupo; para retornarem no próximo sábado; para iniciarem uma série de estudos bíblicos; etc.
- Será interessante ter um pequeno lanche (chás, sucos, biscoitos, bolo, etc.) ao final de algum domingo especial (o primeiro ou último do mês, por exemplo), pois estas ocasiões criam uma atmosfera propícia para estreitar os relacionamentos entre os membros da igreja, e faz com que todos se sintam parte de uma grande família.
OBS.: Aproveite para dar uma olhada em uma excelente pesquisa realizada pelos pastores Marcos Aurélio Siqueira de Souza e Ricky Castro, a qual foi o seu Trabalho de Conclusão do Curso de Teologia do UNASP.
:::::::::::::::::::::::::::
Nossos cultos de domingo têm tudo para serem os mais freqüentados da semana (especialmente por visitantes), pois poucos estarão trabalhando ou estudando no domingo à noite.
Se isto não está ocorrendo, é porque não estão sendo oferecidas condições para que os adoradores sintam-se motivados a irem à igreja.
Aquela história de que "quem não vai é porque não quer ir, ou não está convertido ainda" é uma desculpa típica de pessoas de espírito pobre, que não querem admitir que não estão fazendo o melhor para Deus e para Sua Obra de salvação.
"Deus move uma montanha, quando o homem não tem forças para fazê-lo;
Mas não move uma palha, quando o homem tem forças para fazê-lo".
Pense nisso!
Por: Gilson Medeiros
Cultos de Quarta-feira

NOTA DE FALECIMENTO:
"Lamentamos informar que o nosso querido companheiro, o Culto de Quarta-feira, não resistiu, e morreu!".
Não deixe que isso ocorra em sua Igreja local!
Semanalmente nós temos uma grande oportunidade para fortalecermos nossa fé, através das orações, louvores, testemunhos, estudo da Palavra de Deus, etc.
Esta oportunidade chama-se "Culto de Oração", ou o Culto da Quarta-feira, na maioria das congregações Adventistas do 7º Dia.
Praticamente as mesmas reclamações ouvidas contra os Cultos de Domingo são repetidas pelos que não frequentam assiduamente os Cultos de Oração, acrescentando-se alguns pontos mais peculiares:
- Os pregadores menos experientes são escalados para as Quartas-feiras.
- O Culto é mais de "lamúria" e "choradeira" do que de louvor e ações de graça.
- Expressões do tipo ("Hoje estamos em um pequeno número...") valorizam mais os que faltaram do que os que tiveram interesse em vir ao Culto.
- Não há variedade na liturgia, sendo feita sempre da mesma maneira fria e monótona a cada semana.
- etc.
Os Cultos de Quarta-feira podem e devem ser muito participativos e revigorantes. Pela sua localização estratégica (no meio da semana de trabalho e estudos), este Culto tem uma grande chance de ser o "oásis" em meio ao deserto de dificuldades que todos nós enfrentamos no dia-a-dia.
Assim como fiz para o Culto de Domingo, quero apresentar algumas sugestões para uma melhor qualidade dos Cultos de Oração (com relação à música, vale o mesmo que falei para o de Domingo)...
Pregação
- Selecione os melhores pregadores para pregarem também nas Quartas-feiras. Porém, devo relembrar que "pregar bem e com poder" não é o mesmo que "pregar com eloquência", pois alguns são excelentes "oradores", mas são péssimos "pregadores da Palavra", ou seja, não apresentam um sermão que nutra espiritual e psicologicamente a carência da grande maioria dos membros de nossas congregações Adventistas.
- A temática deve girar em torno do crescimento na vida espiritual: fé, milagres, vitória, comunhão com Deus, perseverança na oração, obra do Espírito Santo, etc.
- O sermão deve ser curto (em torno de 20 minutos), para que mais tempo seja dado para os momentos de participação da congregação (pedidos, agradecimentos e testemunhos).
- Os irmãos devem sair do templo com a sensação de que estão com forças renovadas para enfrentarem mais 2 dias de "luta", e chegarem firmes até o próximo Sábado (ponto alto da comunhão semanal).
Testemunhos
- Deus opera grandes maravilhas na vida de todos nós, mas dificilmente ouvimos sobre elas nos nossos Cultos de Oração.
- A cada semana, alguns podem ser pré-selecionados para trazerem um relato de alguma poderosa atuação do Senhor em suas vidas: vitória sobre a guarda do sábado; milagre contra uma doença; etc.
- Alguns também poderão contar como se deu sua conversão. É uma grande maneira de conhecermos um pouco mais da história de vida de nossos irmãos e irmãs em Cristo.
- Uma vez por mês, faça um Culto apenas de testemunhos, procurando até mesmo trazer alguém de fora, que tenha uma grande vitória de vida para compartilhar com a Igreja.
Momentos dos pedidos e agradecimentos
- Este é um ponto crítico do Culto de quarta-feira, pois se não for bem feito (o que normalmente acontece), torna-se um grande "muro de lamentações".
- Divida este período em 2 momentos: O primeiro somente para agradecimentos, e o segundo, para os pedidos. Intercale cada um com orações fervorosas.
- Os momentos de oração devem ser diversificados a cada semana. Algumas sugestões:
a) Em duplas ou trios
b) Em grupos de 4 ou 5
c) Através de grupos de orações específicas (pelos jovens, pelas famílias, pelos estudos bíblicos, pelos líderes, pelos doentes, etc.).
- Uma pessoa pode ficar encarregada de anotar cada pedido feito, e depois colocar em um mural para serem conhecidos por todos aqueles que não puderam vir ao Culto. No sábado de manhã, os pedidos do mural são divididos entre os membros das Unidades, para que todos orem mais uma vez em favor das necessidades ali apresentadas.
- Durante as semanas de oração, o culto de cada noite pode ser feito de forma diferente, para que todos tenham oportunidade de se expressar, e a programação não caia na rotina na metade da semana.
- Se os visitantes desejarem, deixem que eles também apresentem seus pedidos e agradecimentos diante da Igreja. Lembre que em outras denominações, absurdamente, os visitantes não podem nem entrar nos cultos de oração (até a porta fica fechada!).
:::::::::::::::::
Junte-se com a liderança de sua Igreja local, e vejam como cada um pode contribuir para "ressuscitar" o Culto de Quarta-feira.
Deus será tremendamente honrado!
Assinar:
Postagens (Atom)
.jpg)