terça-feira, 4 de outubro de 2011

Prazo de Validade


(por Manoel N. Lopes)

"Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio" (Salmos 90:12)

Um de nossos cuidados quando vamos às compras no supermercado é a verificação do prazo de validade dos produtos, para não levarmos para casa mercadoria que já não produz efeito ou que pode estar estragada, por estar com o prazo de validade vencido. 
Tudo aquilo que o homem produz um dia desaparecerá. Refrigeradores, móveis, automóveis, eletrodomésticos, vestuário, alimentos e tantas outras coisas têm uma vida útil, um prazo de validade. Uns duram mais, outros menos. Mas o tempo de existência e utilidade de cada uma dessas coisas fatalmente chegará.

Que tenho eu a ver com isso? pode alguém perguntar. Nós também temos um prazo de validade; não existiremos para sempre nesta dimensão. Uns têm um prazo mais prolongado, outros mais breves, mas nosso prazo inexoravelmente terá um fim, nada obstante os esforços da ciência. Todos sabem dessa certeza, mas muitos vivem totalmente alheios ao seu prazo de validade, e têm todos os seus objetivos centralizados nas coisas deste mundo: prazeres, conquistas, sucesso, bem-estar, e esquecem-se da realidade que se segue após o término do nosso prazo de validade: o juízo (Hebreus 9:27).

A consciência dessa realidade fez Davi escrever: “Dá-me a conhecer, Senhor, o meu fim e qual a soma dos meus dias, para que eu reconheça a minha fragilidade. Deste aos meus dias o comprimento de alguns palmos; à tua presença, o prazo da minha vida é nada” (Salmos 39:4-5).

Essa deveria ser a atitude de cada um de nós. Sabemos que a nossa vida é “apenas como neblina que aparece por instante e logo se dissipa” (Tiago 4:14). Mas são muitos os que preferem preocupar-se com o antes que a neblina se dissipe do que com o após do desaparecimento da neblina da vida.

O salmista diz que “os dias de nossa vida sobem a setenta anos ou, em havendo vigor, a oitenta; neste caso, o melhor deles é canseira e enfado, porque tudo passa rapidamente, e nós voamos” (Salmos 90:10). Diante de tal verdade Davi pede a Deus: “Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio” (Salmos 90:12).

É bem verdade que precisamos cuidar de nosso futuro profissional, de nossa família, precisamos de momentos de lazer; isso é saudável. Mas não podemos viver alheios ao nosso prazo de validade. Devemos ter em mente que somos peregrinos neste mundo, e que o visto de permanência aqui tem um prazo.

Necessitamos ter coração sábio para considerar essa realidade. No Velho Testamento, em Amós 4:12, há uma grave advertência de Deus aos israelitas, que viviam numa grande cegueira espiritual: “Prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus”.

Medite: Que possamos ser achados aprovados por Deus ao expirar nossa prazo de validade.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Lições da Bíblia 4º Trim 2011 - A autoridade de Paulo e o evangelho - Lição 2


“Porventura, procuro eu, agora, o favor dos homens ou o de Deus? Ou procuro agradar a homens? Se agradasse ainda a homens, não seria servo de Cristo” Gálatas 1:10).
Com a participação do pastor Adenilton Tavares, Professor de Teologia no IAENE e do pastor Josanan Alves, Ministerial e Mordomia Missão Nordeste

Lição Escola Sabatina para Surdos - Lição 2 - 4º Trimestre 2011

02 - A autoridade de Paulo e o evangelho - 1 a 8 de outubro

VERSO PARA MEMORIZAR: “Porventura, procuro eu, agora, o favor dos homens ou o de Deus? Ou procuro agradar a homens? Se agradasse ainda a homens, não seria servo de Cristo” (Gl 1:10).


02 - A autoridade de Paulo e o evangelho - 1 a 8 de outubro from Escola Sabatina on Vimeo.

Comentário da Lição - Prof. Sikberto Renaldo Marks - Lição 2 - 4º Trim. 2011


Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Quarto Trimestre de 2011
Tema geral do trimestre: O Evangelho em Gálatas
Estudo nº 02 – A autoridade de Paulo e o evangelho
Semana de  1º a 08 de outubro
Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí - RS)
Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original
www.cristovoltara.com.br - marks@unijui.edu.br - Fone/fax: (55) 3332.4868
Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil



Verso para memorizar: “Porventura, procuro eu, agora, o favor dos homens ou o de DEUS? Ou procuro agradar a homens? Se agradasse ainda a homens, não seria servo de CRISTO (Gal. 1:10).
                                                 

Introdução de sábado à tarde
A plenitude dos tempos está conosco. Formam-se condições interessantes aos princípios da pregação do evangelho, enquanto que, ao mesmo tempo, também crescem condições contrárias. Há um conflito global se armando. É o caso da crescente promoção, mundo afora, de sentimentos contrários ao bulling, à homofobia, à xenofobia, ao racismo, a diferentes nacionalidades, a pessoas de outras religiões e de outras nacionalidades e culturas, ou costumes, e assim por diante. O mundo vem sendo preparado para mensagens de paz e de respeito ao próximo, ao mesmo tempo que, por outro lado, vem sendo preparado para se tornar cada vez mais violento. Isso vem do próprio mundo! Cristãos não devem discriminar, e não importa o motivo. Cristãos devem ensinar a mensagem de paz de CRISTO. Todos são iguais perante DEUS. E cada um toma a sua decisão particular, colhendo seus resultados. O cristão deve servir a DEUS buscando as pessoas em suas situações particulares para levá-las a um plano superior, aquele que o Salvador oferece.
“Deve-lhes ser ensinado que o evangelho de Cristo não tolera nenhum espírito de discriminação, que ele não dá lugar a juízos descorteses de outros, o que tende diretamente à exaltação própria. A religião de Cristo nunca degrada o que a recebe, nem o torna vulgar e rude; nem o torna maldoso, em pensar ou sentir, para com aqueles por quem Cristo morreu. ...
“Alguns se acham em perigo de fazer do exterior o todo-importante, de pôr excessiva estima no valor de meras convenções. ...
“Tudo quanto incite a crítica menos generosa, a disposição para notar e expor todo defeito ou erro, é mau. Isso fomenta desconfiança e suspeita, as quais são contrárias ao caráter de Cristo, e prejudiciais ao espírito que nelas se exercita. Os que se empenham nessa obra, apartam-se gradualmente do espírito do cristianismo.
“A educação essencial, perdurável, é a que desenvolve as mais nobres qualidades, que anima o espírito de geral benevolência, levando a mocidade a não pensar mal de ninguém, para que não ajuízem mal dos motivos, nem interpretem falsamente as palavras e ações. O tempo empregado nessa espécie de instrução produzirá frutos para a vida eterna” (Obreiros Evangélicos, 332-334).

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

A salvação é simples


Encontrei uma interessante comparação entre justificação, santificação e glorificação. Veja só:
•    A justificação é o “banho” no sangue de Cristo.
•    A santificação é andar com a roupa limpa.
•    A glorificação é pôr uma roupa que não suja.
•    A justificação tira a gente do buraco do pecado.
•    A santificação impede que vivamos caindo nele.
•    A glorificação elimina o buraco.
•    A justificação é Jesus dizendo a Maria: “Eu também não te condeno.”
•    A santificação é Ele acrescentando: “Vai e não peques mais.”
•    A glorificação é Ele falando, no fim: “Entra no Meu reino.”
(De Bem com Você, págs. 232-233)

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