Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Terceiro
Trimestre de 2011
Tema geral do trimestre: Adoração
Estudo nº 11 – Em espírito e em verdade
Semana de 3 a 10 de setembro
Comentário
auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de
Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio
Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí - RS)
Este
comentário é meramente complementar ao estudo da lição original
Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil
Verso para
memorizar: “Mas vem a hora e já
chegou, em que os verdadeiros adoradores
adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai
procura para Seus adoradores” (João 4:32).
Introdução de sábado à tarde
“Quando Cristo
veio à Terra, a humanidade parecia estar rapidamente atingindo seu ponto mais
degradante. Os próprios fundamentos da sociedade estavam desarraigados. A vida
se tornara falsa e artificial. Os judeus, destituídos do poder da Palavra de
Deus, davam ao mundo tradições e especulações que obscureciam a mente e
amorteciam a alma. A adoração de Deus,
"em espírito e em verdade" (João 4:23), tinha sido suplantada pela
glorificação dos homens em uma rotina infindável de cerimônias de criação
humana. Pelo mundo todo, os sistemas todos de religião estavam perdendo seu
poder sobre a mente e a alma. Desgostosos com as fábulas e falsidades, e procurando
abafar o pensamento, os homens volviam à incredulidade e ao materialismo. Deixando
de contar com a eternidade, viviam para o presente.
“Como
deixassem de admitir as coisas divinas, deixaram de tomar em consideração as
humanas. Verdade, honra, integridade, confiança, compaixão, estavam abandonando
a Terra. Ganância implacável e ambição absorvente davam origem a uma
desconfiança universal. A idéia do dever, da obrigação da força para com a
fraqueza, da dignidade e direitos humanos, era posta de lado como um sonho ou
uma fábula. O povo comum era considerado como bestas de carga, ou como
instrumentos e degraus para que subissem os ambiciosos. Riqueza e poderio,
comodidade e condescendência própria, eram procurados como o melhor dos bens.
Caracterizavam a época a degenerescência física, o torpor mental e a morte
espiritual.
“(...) Propensos à satisfação própria, chegaram os
homens a considerar a Deus tal como eles mesmos, a saber, como um Ser cujo
objetivo fosse a glorificação própria, cujas ordenanças se acomodassem a Seu
prazer; Ser este pelo qual fossem os homens elevados ou rebaixados, conforme
favorecessem ou impedissem ao Seu propósito egoísta. As classes inferiores consideravam o Ser supremo mal diferindo de
seus opressores, sobrepujando-os apenas no poder. Por tais idéias se
modelava toda forma de religião.
(...)
“Cristo veio ao mundo com um amor que
se fora acrescendo durante a eternidade. Varrendo aquelas cobranças que tinham
atravancado a lei de Deus, mostrou Ele que esta é uma lei de amor, uma expressão
da bondade divina. Mostrou que na obediência a seus princípios se acha
envolvida a felicidade da humanidade, e com ela a estabilidade, o próprio
fundamento e arcabouço da sociedade humana” (Educação, 74 a 76, grifos
acrescentados).
Esse foi o
cenário antes da primeira vinda de CRISTO, e a descrição é perfeita para os
nossos dias. Compete-nos, adventistas do sétimo dia, realizar o mesmo trabalho
que CRISTO, precedido por João Batista, realizou naquele tempo. Já estamos
começando a fazer isso, a oposição também já está se mobilizando, esteja ela
dentro ou esteja ela fora da igreja. Resta saber se eu e você estaremos atuando
dentro da igreja, para anunciar a verdade, ou para confundir. É uma decisão de
cada um.