terça-feira, 6 de setembro de 2011

Série Parábolas de Jesus - 02 - A Parábola do Semeador




Espero que este material possa ajudar muitas pessoas a esclarecer dúvidas sobre a bíblia e aproximar mais de Deus.
LINKS PARA DOWNLOAD DOS MATERIAIS(Sermões, áudios e lições)
PARÁBOLAS DE JESUS 
__________________________________________ 
A PARÁBOLA DO SEMEADOR
(Livro Parábolas de Jesus págs 33-61; Mat. 13:24-30, 36-43; Mar.4:1-20; Luc. 8:1-15.)

O Campo, o Semeador e o Solo
1.    O campo na Parábola do trigo e do joio representa o quê? Mat. 13:38
2.     O Semeador representa quem? Mat. 13:37
3.    Os solos representam 4 espécies de corações onde a Palavra de Deus é plantada: “E, os que estão junto do caminho são aqueles em quem a palavra é semeada; mas, tendo-a eles ouvido, vem logo Satanás e tira a palavra que foi semeada nos seus corações.” Mar. 4:15

O Sábado e o 7 de setembro


"Porque te lembrarás que foste servo na terra do Egito e que o Senhor, teu Deus, te tirou dali com mão poderosa e braço estendido; pelo que o Senhor, teu Deus, te ordenou que guardasses o dia de sábado."Deuteronômio 5:15

Segundo a história oficial, D. Pedro I, em viagem de Santos para São Paulo, ao chegar às margens do riacho Ipiranga, recebeu uma carta com ordens de seu pai para voltar a Portugal. Vieram também outras duas cartas, uma de José Bonifácio, que aconselhava o imperador a romper com Portugal, e outra, da esposa, Maria Leopoldina de Áustria, apoiando a decisão do ministro.

Impelido pelas circunstâncias, D. Pedro desembainhou a espada e pronunciou a famosa frase “Independência ou Morte”, rompendo os laços de união política com Portugal.

É interessante notar que o dia de nossa libertação política – 7 de setembro de 1822 – foi um sábado. Digo que é interessante porque o sábado é um dos maiores símbolos de liberdade que existe. Muitos adventistas hoje talvez se sintam inclinados a pensar o contrário – que ele restringe nossa liberdade, já que o maior problema que os adventistas enfrentam é o da guarda do sábado.

Mas a Bíblia nos diz que o sábado esteve por trás do primeiro grande movimento de libertação que a história registra – o Êxodo. Quando Israel esteve cativo no Egito, os capatazes egípcios tornaram impossível a guarda do sábado para eles. Faraó os chamou de preguiçosos. Acusou Moisés e Arão de interromper o povo no seu trabalho (Êx 5:4).

Então Deus instruiu Moisés a dizer a Faraó: “O Senhor, o Deus dos hebreus, me enviou a ti para te dizer: Deixa ir o Meu povo, para que Me sirva no deserto” (Êx 7:16). Parece claro, portanto, que o impedimento para se guardar o sábado contribuiu para deflagrar o Êxodo. Tanto é que após o Êxodo Deus estabeleceu o sábado entre o Seu povo como um sinal de sua libertação (ver Dt 5:15).

E para os que pensam que esse sinal foi dado só para os israelitas, basta ler Isaías 56:1-7 para ver que esta não é a realidade. Esse foi o manifesto de Deus a todos os povos, que não pertencem ao Israel segundo a carne. Esse sinal divino de liberdade não se restringe a nenhuma época específica e a nenhum povo. Os estrangeiros e os eunucos também estavam incluídos.

Nenhuma pessoa na face da Terra deve ser excluída desse concerto e dessa bênção. Todos podem se tornar participantes da história e da herança de Israel.

sábado, 3 de setembro de 2011

Lições da Bíblia 3º Trim 2011 - Adoração: Em Espírito e em Verdade - Lição 11



“Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para Seus adoradores” (João 4:23)
Com a participação de Valdecir Lima, Professor universitário de Teologia e Músico do Unasp EC, e Creriane Lima, Professora de Língas no Unaps EC.

Lição Escola Sabatina para Surdos - Lição 11 - 3º Trimestre 2011

VERSO PARA MEMORIZAR: “Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para Seus adoradores” (João 4:23).

Lição 11 - Em espírito e em verdade - 3 a 10 de setembro from Escola Sabatina on Vimeo.

Comentário da Lição - Prof. Sikberto Renaldo Marks - Lição 11 - 3º Trim. 2011


Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Terceiro Trimestre de 2011
Tema geral do trimestre: Adoração
Estudo nº 11 – Em espírito e em verdade
Semana de    3 a 10 de setembro
Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí - RS)
Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original
www.cristovoltara.com.br - marks@unijui.edu.br - Fone/fax: (55) 3332.4868
Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil


Verso para memorizar: “Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para Seus adoradores” (João 4:32).

Introdução de sábado à tarde
“Quando Cristo veio à Terra, a humanidade parecia estar rapidamente atingindo seu ponto mais degradante. Os próprios fundamentos da sociedade estavam desarraigados. A vida se tornara falsa e artificial. Os judeus, destituídos do poder da Palavra de Deus, davam ao mundo tradições e especulações que obscureciam a mente e amorteciam a alma. A adoração de Deus, "em espírito e em verdade" (João 4:23), tinha sido suplantada pela glorificação dos homens em uma rotina infindável de cerimônias de criação humana. Pelo mundo todo, os sistemas todos de religião estavam perdendo seu poder sobre a mente e a alma. Desgostosos com as fábulas e falsidades, e procurando abafar o pensamento, os homens volviam à incredulidade e ao materialismo. Deixando de contar com a eternidade, viviam para o presente.
“Como deixassem de admitir as coisas divinas, deixaram de tomar em consideração as humanas. Verdade, honra, integridade, confiança, compaixão, estavam abandonando a Terra. Ganância implacável e ambição absorvente davam origem a uma desconfiança universal. A idéia do dever, da obrigação da força para com a fraqueza, da dignidade e direitos humanos, era posta de lado como um sonho ou uma fábula. O povo comum era considerado como bestas de carga, ou como instrumentos e degraus para que subissem os ambiciosos. Riqueza e poderio, comodidade e condescendência própria, eram procurados como o melhor dos bens. Caracterizavam a época a degenerescência física, o torpor mental e a morte espiritual.
“(...) Propensos à satisfação própria, chegaram os homens a considerar a Deus tal como eles mesmos, a saber, como um Ser cujo objetivo fosse a glorificação própria, cujas ordenanças se acomodassem a Seu prazer; Ser este pelo qual fossem os homens elevados ou rebaixados, conforme favorecessem ou impedissem ao Seu propósito egoísta. As classes inferiores consideravam o Ser supremo mal diferindo de seus opressores, sobrepujando-os apenas no poder. Por tais idéias se modelava toda forma de religião.
(...)
Cristo veio ao mundo com um amor que se fora acrescendo durante a eternidade. Varrendo aquelas cobranças que tinham atravancado a lei de Deus, mostrou Ele que esta é uma lei de amor, uma expressão da bondade divina. Mostrou que na obediência a seus princípios se acha envolvida a felicidade da humanidade, e com ela a estabilidade, o próprio fundamento e arcabouço da sociedade humana” (Educação, 74 a 76, grifos acrescentados).
Esse foi o cenário antes da primeira vinda de CRISTO, e a descrição é perfeita para os nossos dias. Compete-nos, adventistas do sétimo dia, realizar o mesmo trabalho que CRISTO, precedido por João Batista, realizou naquele tempo. Já estamos começando a fazer isso, a oposição também já está se mobilizando, esteja ela dentro ou esteja ela fora da igreja. Resta saber se eu e você estaremos atuando dentro da igreja, para anunciar a verdade, ou para confundir. É uma decisão de cada um.

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails