quarta-feira, 4 de abril de 2007

Ande Sobre as Águas

Simão Pedro disse em Marcos 14.28
“Senhor, se és tu, manda-me ir ao teu encontro por sobre as águas”
Pedro pode ter sido o primeiro a saltar do barco e andar sobre as águas, mas o convite de Jesus também vale para você.
Este é o melhor lugar para encontrá-lo: Em alto mar, onde o pé não alcança mais a terra.
O que significa andar sobre as águas?
•Enfrentar e vencer seus medos e inseguranças
•Conhecer e abraçar o chamado de Deus para a sua vida
•Experimentar a força do poder divino e romper os limites do impossível Para obter vitória é preciso superar ondas contrárias. Você está sujeito a vários revezes, mas contará sempre com a mão forte de Jesus, puxando-o para cima quando começar afundar.
As recompensas compensarão todos os riscos A mesma fé que motivou Pedro a sair do barco e andar sobre o mar em direção a Jesus está dentro de você Saia do “barco” e experimente a maior aventura de sua vida.
Texto – John Ortberg

terça-feira, 3 de abril de 2007

COMPRE UM CÃO!!!

Se vc quer alguém q te traga o jornal sem 1º desmanchá-lo para tirar a parte dos esportes.......
Compre um cão.

Se vc quer alguém disposto a se tornar ridículo simplesmente pelo prazer de te ver......
Compre um cão.

Se vc quer alguém q coma o q vc colocar na frente dele sem comentar q não é tão bom qto a mãe dele fazia....
Compre um cão.

Se vc quer alguém disposto para sair com vc, a qualquer hora e por qto tempo quiser......
Compre um cão.

Se vc qser alguém que nunca toque no controle remoto, não dê a mínima para futebol, Novela e que consiga sentar a seu lado enqto vc vê um filme romântico….
Compre um cão.

Se vc qser alguém que fique contente em se deitar em sua cama só para esquentar seus pés e quem vc poderá expulsar se roncar……
Compre um cão.

Se vc qser alguém que nunca critica o que vc faz e que não liga se vc é bonita ou feia…..
Compre um cão.

Se vc quer alguém que não liga se vc é gorda ou esbelta, jovem ou velha…..
Compre um cão.

Se vc quer alguém que atue como que cada palavra que vc diz vale à pena escutar e te ame incondicionalmente, perpetuamente……….
Compre um cão.

Agora, por outro lado, se vc qser alguém que nunca venha qdo vc chama, te ignora qdo vc chega em casa, deixa pêlos por todos lados, passa por cima de vc, sai à noite toda e só vem pra casa para comer e dormir, e se comporta como toda sua existência e sómente para garantir a felicidade dele...
Então minha amiga,


Compre um gato!
Vc pensou que eu estava falando de HOMEM né??!

segunda-feira, 2 de abril de 2007

O homem que não se irritava

Recebi por email esta história e achei muito boa... para nós refletirmos quando estivermos no transito em uma fila qualquer, ou discutindo algo com alguém que não irá chegar a lugar algum.

Em cidade interiorana havia um homem que não se irritava e não discutia com ninguém.

Sempre encontrava saída cordial, não feria a ninguém, nem se aborrecia com as pessoas.

Morava em modesta pensão, onde era admirado e querido.

Para testá-lo, um dia seus companheiros combinaram levá-lo à irritação e à discussão numa determinada noite em que o levariam a um jantar.

Trataram todos os detalhes com a garçonete que seria a responsável por atender a mesa reservada para a ocasião. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.

A garçonete chegou próxima a ele, pela esquerda, e ele, prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.

Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.

Ele esperou calmamente e em silêncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na direção da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.

Após servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia concluído a tarefa e retornou à cozinha.

Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos observavam discretamente, para ver sua reação.

Educadamente ele chamou a garçonete, que se voltou, fingindo impaciência e lhe disse: o que o senhor deseja?

Ao que ele respondeu, naturalmente: a senhora não me serviu a sopa.

Novamente ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o: servi, sim senhor!

Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos...

Todos pensaram que ele ia brigar... Suspense e silêncio total.

Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranqüilamente: a senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!

Os amigos, frustrados por não conseguir fazê-lo discutir e se irritar com a moça, terminaram o jantar, convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura.

Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irritação e impensadamente.

Ao protagonista da nossa singela história, não importava quem estava com a razão, e sim evitar as discussões desgastantes e improdutivas.

Quem age assim sai ganhando sempre, pois não se desgasta com emoções que podem provocar sérios problemas de saúde ou acabar em desgraça.

Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas tão sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discussão.

Isso porque algumas pessoas têm a tola pretensão de não levar desaforo para casa, mas acabam levando para a prisão, para o hospital ou para o cemitério.

Por isso a importância de aprender a arte de não se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma saída inteligente como fez o homem no restaurante.

Pense nisso!

A pessoa que se irrita aspira o tóxico que exterioriza em volta, e envenena-se a si mesma.

quinta-feira, 29 de março de 2007

Verdadeiros Heróis!!!


Recebi uma apresentação de powerpoint com o seguinte conteúdo... vale a pena pensar nisso...


“E agora vamos falar com os nossos heróis...” Essa foi a saudação infeliz usada por Pedro Bial ao se dirigir aos participantes do programa Big Brother Brasil. Se alguém se encontrar com o jornalista, pergunte-lhe, por favor, qual a definição de “herói” no dicionário dele... No meu, herói é algo muito diferente...

Herói é a Dra. Vanessa Remy-Piccolo, jovem pediatra francesa de 28 anos de idade (primeira foto à esquerda). Ela abriu mão do seu conforto para servir na África como voluntária do programa Médicos Sem Fronteiras. Ela cansou de atender crianças que com um ano de idade pesavam em torno de 3,6 kg, o que corresponde ao peso de um recém-nascido. Herói que relata que muitas mães chegavam até ela dizendo que levaram os alimentos doados para casa, mas que seus filhos parecem ter esquecido o que é se alimentar e se recusam a abrir a boca.

Herói é Martial Ledecq, cirurgião voluntário do Médicos sem Fronteiras, que, arriscando a própria vida, atende em meio a bombardeios os civis feridos num hospital de Tebnine, sul do Líbano – vítimas de recente guerra que de tão nefasta não poupou nem os observadores da ONU e nem mesmo as equipes de ajuda humanitária internacional.

Herói, meu caro Pedro Bial, é quem, nestes dias desleais em que vivemos, enxerga o sofrimento alheio e se prontifica a amenizá-lo no que estiver ao seu alcance. Heróis são aqueles que abrem mão dos confortos pessoais em favor de outros; aqueles plenos de uma vida na qual a paixão sobrepuja a omissão. Herói é aquele que é solidário; que partilha dons e bens.

Mas há também muitos heróis que falam a nossa língua... E não são as “celebridades” instantâneas do BBB, embora estejam pertinho da “casa mais vigiada do Brasil”. Heróis como Jacinta, enfermeira do projeto Meio-Fio, promovido pelos Médicos Sem Fronteiras no Rio de Janeiro.

Heróis como a médica Renata, que visita aqueles que nem aos precários serviços de saúde pública têm acesso.

Heróis como o educador Altayr, que partilha seus conhecimentos com moradores de rua no centro do Rio de Janeiro.

Heróis como a psicóloga Andréa, que, a exemplo da pediatra francesa, semeia saúde e esperança por onde passa.Heróis como a enfermeira Eriedna, que atendeu o Sr. Nilton no núcleo de atendimento dos Médicos Sem Fronteiras. Heróis como o Sr. Nilton, que com o apoio recebido conseguiu encontrar um trabalho. E hoje não mais mora nas ruas.

Heróis como Sr. João, um dos moradores de rua atendidos pelo projeto Meio-Fio, que relata: “De manhã eu começo a circular igual a um peru doido. Eu só paro na hora do almoço e depois, à noite, pra dormir. Mas catar latinha não é fácil, não. Hoje em dia tem uma concorrência muito grande pelas ruas.”

Será que o Sr. João resistiria à tentação de catar as latinhas e garrafas de bebida vazias, com as quais a produção do BBB tenta a todo custo embriagar os participantes do programa nas festas que promove? O Sr. João provavelmente juntaria as latas, sim, escondidas num canto da casa, para quando a fama instantânea passar...

Quando um cara que já foi dos mais brilhantes repórteres do País vibra e discute os namoricos, as intrigas e as futilidades do programa BBB como se fossem o assunto mais importante da atualidade, é sinal de que algo está lamentavelmente errado...É preciso acreditar que outro mundo é possível. E pequenos gestos poderão produzir mudanças significativas. Um ato simples, que certamente poderá resultar em benefícios concretos, é o de iniciar uma campanha de conscientização para que ninguém mais atenda aos apelos melodramáticos de Pedro Bial, e que, ao invés de efetuar ligações para o programa Big Brother, contribua para entidades que atuam em prol de causas sociais.

A cada paredão, com milhões de ligações para o programa, os centavos e centavos pagos formam rios de dinheiro e engordam ainda mais as já milionárias fortunas dos donos, diretores e apresentadores de TV.

Se você tem algum amigo, familiar ou conhecido que liga para o programa, aconselhe-o a doar a quantia para algum programa humanitário. Ao invés de ligar para o Big Brother Brasil, contribua com alguma instituição que realmente precisa de ajuda. E não faltam entidades sérias que contam com o nosso apoio para prosseguir com suas atividades nobres.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2007

Está Nervoso??? Aprenda a se livrar disso...

"O Carvão"
O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.

Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado: Pai estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo. Desejo tudo de ruim para ele.

Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar: O Juca me humilhou na frente dos meus amigos; não aceito; gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.

O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado.

Zeca viu o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo: Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.

O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa.

O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta: Filho, como está se sentindo agora? Estou cansado, mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.

O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala: Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.

O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Só se conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, então, lhe diz ternamente: Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você. O mau que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resmungos, a fuligem, ficam sempre em nós mesmos...”

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